Será a sustentabilidade uma moda?

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Para si a sustentabilidade é uma teoria ou uma questão pertinente?

Porque a sustentabilidade energética desempenha cada vez mais um papel importante na actualidade, e porque cada vez mais assistimos a referências sobre o tema, pareceu-nos de facto muito pertinente.

Abordamos neste artigo a sustentabilidade, não porque cada vez mais é recorrente o recurso à palavra, quer nas empresas, autarquias, estado e na comunicação social, nem por ser moda ou uma tendência.

Questões relacionadas com ambiente e sustentabilidade são muito relevantes para nossa equipa e nossos recursos, em muitas intervenções que asseguramos nos clientes temos em consideração preocupações com ambiente e sustentabilidade, quer na implementação de sistemas de gestão de qualidade, licenciamento industrial ou ambiental ou mesmo nos projectos de construção que nossos arquitectos e engenheiro projectam.

No sector empresarial e no universo das startup cada vez mais observa-se a utilização do termo e abordagem da sustentabilidade, que muitas vezes representa os valores de responsabilidade ambiental assumido pelas organizações, em muitos casos indústrias e não só.

Resulta em muito de uma evolução positiva da preocupação e responsabilidade ambiental no meio empresarial, uma maior valorização e sensibilidade para as questões ambientais, aliás cada vez mais se verifica que se uma empresa se expõe a problemas ou riscos ambientais corre sérios riscos no seu negócio, pois com facilidade um acidente ambiental causa impactos que afectam directamente a sua imagem e sua competitividade no médio e longo prazo.

Agora mais recentemente e de forma mais emergente vem a sustentabilidade energética, pois com a energia as questões colocam-se de forma muito similar ao ambiente.

O desafio é muito próximo e intimamente relacionado, do mesmo modo que as pessoas necessitam de alimentos para nos movimentar por exemplo, as indústrias e as empresas precisam de eletricidade e combustíveis para manufacturarem seus produtos e/ou prestarem serviços.

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Aqui chegados, como é que a actividade das empresas privadas, públicas, da administração pública central ou local, de todas as organizações em geral podem ser realizadas de forma sustentável?

Ou melhor, o que significa ser sustentável?

Essencialmente o desenvolvimento sustentável assenta numa ideia suportada nos aspectos económicos, sociais e ambientais com um compromisso intrínseco que é um pressuposto e ponto de partida, no fundo salvaguardar o direito de todos à qualidade de vida.

A sustentabilidade energética é a utilização ponderada dos recursos energéticos pela sociedade de a modo satisfazer as suas necessidades, sem comprometer ou degradar a biodiversidade e os ecossistemas naturais.

Logo uma exploração sustentada dos recursos tem como principal medida a adopção dos recursos energéticos renováveis como fontes de energia considerável.

No entanto, existem outras medidas que podem ser tomadas que ajudam a manter a sustentabilidade:

- Aumento do tempo de duração dos recursos não renováveis, através da redução do consumo, reciclagem e utilização de substitutos;

- Adopção de outros tipos de energia (v.g. renováveis, etc);

- Redução dos impactes ambientais negativos que resultam da exploração de recursos geológicos e energéticos.

A ideia principal a reter é que a  energia sustentável é aquela que minimiza seus impactos, entendido esse conceito, estratégias energéticas precisam ser ao máximo possível eficientes e renováveis.

As estratégias e preocupações com eco-eficiência nas indústrias onde trabalhamos em projectos e licenciamentos industriais, são oportunidades de trabalharmos na sustentabilidade energética das empresas nossas clientes.

O que pode fazer sentido numa empresa ou indústria?

Existem cada vez mais opções, numa primeira abordagem ao desafio é procurar energias e combustíveis sustentáveis e a sua produção depende da queima de combustíveis, pode a opção recair sobre a biomassa, ou outros mais sustentáveis como o caso do etanol e resíduos das florestas plantadas. Se essa biomassa for certificada quanto às suas práticas socioambientais, tanto melhor.

Se a empresa produzir energia elétrica ou térmica, pode recorrer à alternativa solar, no limite de forma complementar.

Depois segue-se a eficiência.

Para uma fábrica, empresa ou organização ser eficiente é necessário fazer com esta possa obter o mesmo produto ou serviço final consumindo menos energia, ou seja, desperdiçando menos energia e materiais nos seus processos de fabrico.

Como fazer?

Várias são as opções e estratégias a adoptar, a abordagem é ponderar o que fazer ao nível dos transportes, adequando a logística e evitando que veículos circulem vazios por exemplo, outra medida é investir em modelos de veículos mais eficientes, económicos, leves e ágeis.

Nos processos de fabrico, as empresas podem observar as melhores práticas de gestão e consumo energético, nos escritórios monitorizar e gerir de forma mais proactiva e eficaz a climatização do interior dos edifícios.

Adoptação de melhores revestimentos e materiais de construção, enquadrados com as condições climatéricas.

Reutilizando com aproveitamento as águas residuais e as águas pluviais por exemplo.

Evitando e eliminando desperdícios energéticos.

Adoptar equipamento e iluminação eficiente.

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Como se combate o desperdício?

O primeiro passo é assegurar projetos que assente em preocupações ambientais e sustentáveis.

Implementação medidas de eco-eficiência na construção de edifícios.

Assegurar uma boa ventilação substituindo ou evitando o ar-condicionado, lâmpadas eficientes, manter aparelhos não utilizados desligados e/ou evitar equipamentos eléctricos em modo stand by.

Estes são alguns exemplos que podem fazer uma enorme diferença.

A chave na indústria, nas empresas em geral e nas demais organizações está em elaborar projetos enquadrados com as melhores práticas assentes em politicas de sustentabilidade energética e de qualificação ambiental, ou adaptação dos edifícios com as mesmas preocupações de sustentabilidade, seja em Portugal ou em qualquer região do mundo.

Em síntese esta ideia relaciona-se com a prioritária importância de se agregar a utilização de recursos energéticos endógenos e a redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE), à qualificação das infraestruturas pertencentes e/ou geridas por entidades públicas e privadas.

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