O valor acrescentado em investir na fiscalização de uma obra

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Em Portugal no seguimento dos trabalhos técnicos (v.g. Projecto de Arquitectura, Projectos de Engenharia) que realizamos integrados com a consultadoria a licenciamentos que asseguramos junto de clientes, quer ao nível de estabelecimentos de comércio ou principalmente indústria acabamos por chamar à atenção dos clientes na oportunidade e valor acrescentado que pode significar a fiscalização e coordenação de segurança da obra, nomeadamente quando o cliente e o projecto assim justifica obras, seja de adaptação ou construção de raiz.
A obrigatoriedade decorre da Portaria nº 232/2008 de 11 de Março, em todo o caso acreditamos na Statusknowledge que o serviço que prestamos em termos de fiscalização e coordenação não deve ser qualificado como um custo, por estamos convictos que o cliente quando investe numa fiscalização à sua obra está acrescentar valor ao seu projecto e está em suma a acautelar os seus interesses, devendo estar essa ideia acima do facto de ser obrigatório.
A prestação de serviços para a fiscalização, coordenação de segurança, saúde e higiene no trabalho é uma proposta que fazemos sempre que solicitado pelo cliente e identificado por este como uma aposta em investir na segurança e eficácia da execução da obra em resultado do projecto que precede. Fazemos este serviço sempre que solicitado conforme pode ver mais no seguinte link: https://goo.gl/qrZ2uq.

OSVMWV0 minEm todo o caso, fazemos também numa óptica integrada numa perspectiva de potenciar o valor acrescentado à prestação de serviços, pois o que fazemos é um trabalho amplo junto do dono de obra em articulação com as entidades que este contrata ou subcontrata, e por isso vai mais além do que somente fiscalização e coordenação de segurança.
Para os nossos especialistas a intervenção numa obra justifica-se considerar a fiscalização, coordenação de segurança, saúde e higiene no trabalho, controlo de qualidade, controlo de custos, prazos e não menos importante a gestão ambiental da obra.
Assim deste modo a formação da oferta neste particular foi desenhado para ir ao encontro das necessidades contemporâneas de quem faz um investimento em construir ou adaptar um edifício, sendo uma medida acessória que visa acautelar e proteger o dono de obra, e em certa medida é um serviço que do modo que está integrado vai mais além do que é obrigatório para se tornar num investimento na segurança e eficácia.
Acreditamos que um dono de obra quando aposta numa prestação dos Serviços de Direcção de Fiscalização e Coordenação de Segurança nas empreitadas a promover para a Construção está manifestamente a fazer um investimento em si próprio.
Quando chegados a fase de licenciamento são conhecidos os projectos e o dono de obra nosso cliente ou não quer como é obvio concretizar o que pretendeu licenciar, seja para efeitos de negócio imobiliário ou para uso em beneficio próprio. Mas se a fase de projecto é complexa e o licenciamento exigente a fase da obra não é menos importante e quando existe a tentação de administração directa das obras o risco é elevadíssimo para no limite estarmos perto de um desastre e não estamos a referir somente a questão dos acidentes em obra que já justificam todas as preocupações, mas também os desvios na qualidade e no controlo de custos e orçamentais de uma obra que muitas vezes se tornam em situações dramáticas nos investidores e clientes na qualidade de donos de obras.

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Porque decidimos não fazer a fiscalização e coordenação de segurança na estrita medida do que é obrigatório? Simplesmente porque estamos convencidos que o dono de obra pode fazer um investimento em seu beneficio próprio e principalmente da sua obra, e que a qualidade de execução e a gestão dos custos e do ambiente podem resultar numa medida de gestão, porque em suma para nossos especialistas nesta matéria e face a experiência acumulada em projectos que resultaram em obras realizadas, careceram sempre de um investimento integrado para além do que a lei obriga, quer na perspectiva da qualidade, do ambiente, dos custos, etc.
Aqui chegados se está a pensar executar uma obra considere este tema, porque ignorar é aproximar a probabilidade de risco.

Porque consideramos ser um investimento e não uma despesa ou custo para o dono da obra?

Porque manifestamente da forma que propomos é um claro investimento por parte do dono da obra, com vista a defender os seus interesses para além de cumprir com um requisito legal, na medida que podemos com uma metodologia própria proporcionar ao Dono de Obra, a possibilidade de obter informação sobre andamento dos diferentes trabalhos, assim como da conformidade com projectos e licenciamento e principalmente benefícios directos em termos de Qualidade, Custos e Prazos.

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