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A Importância das Medidas de Autoproteção e Segurança Contra Incêndios: Protegendo Vidas e Património

Nos últimos meses, vários incêndios em grandes armazéns, oficinas e empresas em Portugal têm sido amplamente noticiados, trazendo à tona a importância crítica das medidas de segurança contra incêndios, mais recentemente num intervalo de poucos dias no Porto e em Lisboa foi público incidentes de grande impacto pouco comum em oficinas, stands e parqueamentos auto.

Estes incidentes, além de causarem danos materiais significativos, destacam a necessidade de implementação eficaz de medidas de autoproteção para salvaguardar vidas e património.

A Realidade dos Incêndios em Portugal

Portugal tem sido palco de vários incêndios em instalações industriais e comerciais, resultando em prejuízos de milhões de euros e, em alguns casos, colocando em risco a vida dos trabalhadores e até dos bombeiros e socorristas envolvidos.

Estes incidentes não apenas causam interrupções nos negócios, mas também expõem as empresas a penalidades severas por incumprimento das normas de segurança.

A obrigatoriedade da implementação de medidas de autoproteção é clara, mas muitas empresas ainda negligenciam essa responsabilidade, com consequências potencialmente devastadoras.

Medidas de Autoproteção: Mais do que uma Obrigação Legal

As medidas de autoproteção são um conjunto de procedimentos e práticas que visam prevenir incêndios e minimizar os seus efeitos caso ocorram. Estas incluem a criação de planos de emergência, a formação de brigadas de incêndio, a instalação de sistemas de deteção e combate a incêndios, e a realização de simulacros regulares. Embora sejam uma exigência legal em Portugal para muitos tipos de edifícios, a sua implementação eficaz vai além do cumprimento normativo — trata-se de proteger vidas e garantir a continuidade do negócio.

Os Benefícios de uma Gestão Proativa de Segurança

Uma gestão proativa da segurança contra incêndios pode fazer toda a diferença em situações de emergência. Empresas que investem na implementação de medidas de autoproteção não só cumprem com as normas legais, evitando coimas e penalizações, mas também aumentam significativamente a segurança dos seus colaboradores e do seu património. Além disso, uma boa gestão da segurança contra incêndios pode melhorar a reputação da empresa e reduzir os prémios de seguros, gerando poupanças a longo prazo.

Como a statusknowledge Pode Ajudar

Na statusknowledge, especializamo-nos na consultoria e implementação de projetos de segurança contra incêndios e na organização da gestão de segurança de edifícios. Oferecemos serviços completos que incluem:

  • Avaliação de Riscos: Identificamos os principais riscos de incêndio nas suas instalações e propomos soluções personalizadas.
  • Planos de Emergência e Evacuação: Desenvolvemos e implementamos planos eficazes que garantem a segurança de todos os ocupantes do edifício.
  • Formação e Simulacros: Proporcionamos formação contínua e a realização de simulacros regulares para preparar os colaboradores para qualquer eventualidade.
  • Instalação de Sistemas de Segurança: Ajudamos na seleção e instalação dos melhores sistemas de deteção e combate a incêndios, garantindo conformidade com a legislação.

Os incêndios em grandes armazéns, indústrias, oficinas e empresas em geral são uma realidade que não pode ser ignorada. A implementação de medidas de autoproteção não só é uma obrigação legal, mas, mais importante ainda, é uma ação vital para proteger vidas e garantir a integridade do seu negócio. Não espere que a tragédia bata à porta — prepare-se agora para evitar consequências desastrosas e com tempo pode ser estudado o caso em concreto e assim desenhadas e implementadas Medidas de autoprotecão com o menor impacto financeiro que seja possível.

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Entre em contacto com a statusknowledge e descubra como podemos ajudar a tornar a sua empresa mais segura, protegendo o que realmente importa: as pessoas.

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Um bom exemplo prático de incumprimento de boas práticas de higiene foi o que nos pareceu um caso recente que tivemos conhecimento, nomeadamente de uma ex-funcionária do Central Café em Gungahlin, Austrália, que contraiu Salmonella e foi indemnizada em mais de $65.000 (aproximadamente 42.500 dólares americanos), o que ilustra de forma contundente as graves consequências do incumprimento das regras básicas de higiene na preparação de alimentos.

Este caso paradigmático que conhecemos a partir de um portal de notícias sobre Segurança Alimentar, mas que podemos conhecer outras mais histórias similares resultado de manifesta ausência de boas práticas, e até aqui um pouco por todo o país, seríamos muito extensivos com exemplos que surgem regularmente nas redes sociais, na imprensa, etc., contudo pareceu-nos um alerta importante sobre a necessidade de cumprir rigorosamente as normas de higiene na preparação de alimentos.

Neste artigo vamos abordar assim as consequências do incumprimento das boas práticas de higiene, com base num caso em concreto, e deste modo reflectir que assegurando boas práticas eliminamos risco e naturalmente as consequências, a saber:

  1. Higiene Pessoal e Infrações:

    • A ex-funcionária do Central Café contraiu Salmonella devido a infrações às normas de segurança alimentar.
    • A ausência de sabão germicida e toalhetes descartáveis nos dispensadores, bem como a falta de desinfetante para as mãos, pode ter comprometido a higiene pessoal dos funcionários.
    • Essas condições inadequadas são especialmente críticas em locais onde se verificam manipulação de alimentos.
  2. Controlo de Temperatura:

    • A inspeção revelou que a câmara fria e outros frigoríficos não mantinham a temperatura exigida.
    • O frango fresco estava armazenado a 9,5.ºC, muito acima dos padrões estabelecidos.
    • Estamos perante uma significativa e relevante quebra da cadeia de frio e um manifesto desleixo no controlo de temperatura criando um ambiente propício para a proliferação de bactérias como a Salmonella.
  3. Limpeza Deficiente:

    • Fotografias revelaram que a limpeza do café era evidentemente deficiente.
    • Essas deficiências contribuíram para a contaminação dos alimentos e colocaram em risco a saúde dos clientes.
  4. Responsabilidade Legal:

    • O tribunal responsabilizou o proprietário do café por negligência.
    • Efectivamente fora da Europa em muitas latitudes do mundo e aqui no quadro europeu cumprir rigorosamente as normas de segurança alimentar é essencial para prevenir surtos de doenças.
    • Outra conclusão e aprendizagem que pode ser obtido neste exemplo é que a falta de medidas básicas de higiene e controlo pode resultar em sérias repercussões legais e de saúde pública.

Em suma, o incumprimento das regras básicas de higiene pode ter consequências devastadoras, incluindo a propagação de doenças e implicações legais para os responsáveis.

Portanto, é crucial que todos os estabelecimentos que comercializam, transformem e principalmente manipulem generos alimentícios, como o exemplo aqui abordado, adotem práticas rigorosas de higiene para proteger a saúde pública.

Se precisar de mais informações ou tiver outras perguntas, nossos especialistas no DCAS - Departamento de Consultadoria e Assessoria a Sistemas estão à disposição de um e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.! ou pelo telefone + 351 211 332 968

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Declaração Obrigatória de Apiários: O que Apicultores Precisam Saber para Evitar Coimas

Em setembro, todos os apicultores em Portugal devem declarar os seus apiários junto à Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV). Esta obrigação legal visa assegurar a rastreabilidade e a segurança dos produtos apícolas, mas o descumprimento pode resultar em coimas severas. Com a crescente preocupação com a segurança alimentar, as empresas do setor apícola precisam estar atentas para garantir a conformidade.

A Importância da Declaração de Apiários

A declaração dos apiários é fundamental para a proteção e gestão das abelhas, que desempenham um papel crucial na polinização e na produção agrícola. Ao garantir que todos os apiários estão devidamente registados, as autoridades podem monitorizar melhor a saúde das abelhas, controlar doenças e pragas, e garantir a qualidade dos produtos apícolas como o mel, pólen, e geleia real.

Implicações Legais e Coimas

A DGAV alertou recentemente que o não cumprimento desta obrigação poderá levar à aplicação de coimas. As infrações variam conforme a gravidade e a reincidência, podendo afetar significativamente o orçamento de pequenos e grandes produtores. Por isso, é crucial que os apicultores estejam informados e cumpram com esta exigência dentro do prazo estabelecido.

Segurança Alimentar e Gestão de Qualidade: Um Fator Crítico

A conformidade com as exigências legais, como a declaração de apiários, é apenas um dos aspetos de uma boa gestão no setor apícola. Empresas que investem em consultoria especializada em segurança alimentar e sistemas de gestão de qualidade conseguem não só cumprir com as obrigações legais, mas também fortalecer a confiança do consumidor e melhorar a competitividade no mercado.

A implementação de sistemas como o HACCP (Hazard Analysis and Critical Control Points) permite identificar e controlar potenciais riscos na produção, processamento e distribuição de produtos apícolas. Além disso, a certificação em normas como a ISO 22000 para segurança alimentar pode ser um diferencial competitivo, garantindo que os produtos apícolas atendam aos padrões de qualidade exigidos pelos mercados mais rigorosos.

Como a statusknowledge Pode Ajudar

Na statusknowledge, oferecemos consultoria e assessoria especializada para empresas que desejam implementar ou melhorar os seus sistemas de gestão de qualidade e segurança alimentar. Se é apicultor ou faz parte de uma empresa do setor apícola, podemos ajudá-lo a cumprir com todas as obrigações legais, evitar coimas e garantir a qualidade dos seus produtos.

Não deixe que a falta de conformidade comprometa o seu negócio. Entre em contacto connosco e saiba como podemos apoiar o seu projeto apícola com soluções personalizadas em segurança alimentar e gestão de qualidade.

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Diferença entre Licença de Uso e Licença Industrial: Entenda aqui a Distinção e importância de ambos documentos.

Introdução

Em 2024, a questão "Licença industrial vs. licença de uso" ainda é relevante para muitos empresários e profissionais. Embora pareça uma não questão para alguns, a distinção entre essas licenças continua a ser uma dúvida comum entre os nossos clientes.

O que é uma Licença Industrial?

A licença industrial é um documento essencial para o funcionamento de qualquer estabelecimento industrial. É emitida de acordo com o Sistema da Indústria Responsável (SIR), em vigor desde 2012, que trouxe mais liberdade, simplicidade e transparência ao processo, ao mesmo tempo que aumentou a responsabilidade dos promotores e agentes económicos. A licença industrial envolve uma entidade coordenadora e pode incluir a participação de várias entidades, como a APA, ARS, ACT, entre outras, dependendo do setor de atividade.

O que é uma Licença de Uso?

A licença de uso, também conhecida como licença de utilização, refere-se à permissão para usar um determinado imóvel para um propósito específico, como uso industrial. Esta licença é emitida pela autarquia local e assegura que o local está apto para a atividade pretendida. É fundamental garantir que o imóvel possui uma licença de uso compatível antes de iniciar o processo de licenciamento industrial.

Diferença e Importância de Ambas Licenças

Estas duas licenças são distintas e complementares:

  • Licença de Uso: Relaciona-se com o imóvel e o uso que pode ser feito dele. Deve ser compatível com o fim industrial.
  • Licença Industrial: Relaciona-se com a atividade econômica e as condições operacionais da empresa.

É crucial que ambos os aspectos estejam em conformidade para evitar complicações legais e garantir a regularidade do estabelecimento.

Recomendações

Recomendamos aos industriais, promotores e outras entidades colaboradoras (como bancos, advogados, arquitetos e imobiliárias) que verifiquem inicialmente a compatibilidade de uso do imóvel com a atividade pretendida. Certifique-se de que a licença de utilização emitida pela câmara municipal é compatível com o fim industrial desejado. Caso contrário, pode ser necessário um processo de mudança de utilização ou outro procedimento administrativo antes de obter a licença industrial.

Conclusão

Esperamos que este artigo tenha esclarecido as diferenças entre licença de uso e licença industrial. Para qualquer dúvida ou necessidade de consultoria especializada, entre em contato conosco pelo e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou visite nosso site.

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Habitualmente lidamos mais com indústria, mas também actuamos com o programa food Safety 4P's [Uma metodolgia simplificada baseada no HACCP e no formato 4C's do Reino Unido] e por isso ocorreu a ideia de responder à questão recorrente posso usar um galheteiro "X" ou "Y" no formato "Z" ou "O". Portanto, este artigo visa responder à questão "Como servir azeite à mesa do restaurante?" E de facto há regras a cumprir que desde o sector dos produtores de azeite aos proprietários de estabelecimentos do canal horeca em particular, que devem tomar boa nota.

Existem Galheiteiros e galheteiros, há portanto forma de servir servir azeite à mesa do restaurante, claro que podemos equacionar um galheteiro pitoresco ou mais sofisticado, mas as regras a cumprir implicam cumprir normas e assim sendo, vem aí a época das sardinhas, depois os festivais e festas populares, muitas saladas a temperar e além do mais, a fiscalização pode entrar no seu restaurante se for o caso a qualquer momento, e com tudo em conformidade seria triste a coima ou o problema ser logo um simples galheiteiro. Concorda?

Como Servir Azeite na Mesa de um Restaurante?

De acordo com a ASAE, fundamentada na legislação vigente, o serviço de azeite em restaurantes, hotéis e estabelecimentos similares deve seguir rigorosamente o estabelecido na Portaria n.º 24/2005, assegurando a conformidade com os requisitos de segurança alimentar e proteção ao consumidor, aliás a autoridade já partilhou no seu site informação suficiente sobre o tema, em todo o caso pode ler ou reler aqui.

E que diz a legislação?

Segundo o Artigo 1º da Portaria n.º 24/2005, “O azeite posto à disposição do consumidor final como tempero de prato, nos estabelecimentos de hotelaria, de restauração e de bebidas, deve ser acondicionado em embalagens munidas de um sistema de abertura que perca a sua integridade após a primeira utilização e que não sejam passíveis de reutilização, ou que disponham de um sistema de proteção que não permita a sua reutilização após o esgotamento do conteúdo original referenciado no rótulo”. Esta medida tem como objetivo garantir que o consumidor tenha acesso a um produto seguro e de qualidade, que não possa ser adulterado ou reutilizado indevidamente. Pode-se expecular e imaginar que muita adulturação é possível estar a acontecer ainda mais desde que os preços do produto sofreram aumentos como nunca aconteceu antes.

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Como deve ser servido o azeite?

Para cumprir com esta legislação, os restaurantes devem adotar as seguintes práticas:

1. Utilizar embalagens invioláveis: O azeite deve ser servido em embalagens que possuam um sistema de abertura que se destrua após a primeira utilização. Isto garante que o produto não será adulterado após a abertura inicial.

2. Embalagens não reutilizáveis: Não é permitido que o recipiente seja reutilizado uma vez esgotado o azeite. Após o conteúdo original, referenciado no rótulo, ter sido utilizado, o recipiente deve ser descartado ou substituído por uma nova embalagem.

3. Rotulagem clara: O rótulo da embalagem deve conter todas as informações regulamentares sobre o azeite, incluindo a sua origem, tipo, data de validade, e o número de lote. A rastreabilidade é fundamental para garantir a conformidade e segurança alimentar.

Porque esta regulamentação é importante?

A principal razão para a aplicação desta regra é a proteção da saúde pública, a utilização de azeite em embalagens reutilizáveis, sem a devida rotulagem e controlo, pode levar à adulteração do produto, comprometendo a sua qualidade e segurança alimentar. A medida também visa aumentar a transparência para o consumidor final, garantindo que o azeite consumido corresponde ao que está indicado no rótulo, sem misturas ou substituições.

Como garantir a conformidade?

Para que o seu estabelecimento esteja em conformidade com a legislação, recomenda-se os seguintes cuidados e medidas a implementar no seu negócio:

- Adquirir azeites apenas de fornecedores certificados e que disponibilizem as embalagens adequadas.
- Instruir os funcionários sobre a importância do uso correto das embalagens e sobre a legislação em vigor.
- Substituir imediatamente qualquer embalagem cujo sistema de abertura tenha sido violado ou que esteja em condições inadequadas, não só para evitar coimas, mas acreditamos que fará a diferença e será uma forma de se diferenciar.

O cumprimento das normas estabelecidas pela Portaria n.º 24/2005 é essencial para assegurar que os estabelecimentos de restauração e hotelaria estão a fornecer azeite de qualidade ao consumidor, em condições seguras e invioláveis. 

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Contatos

HEAD OFFICE

Avenida da República, n.º 6, 7.º Esquerdo, 1050-191 LISBOA | Portugal

Tel + 351 211 332 968 | Fax +351 213 195 609

Testemunhos

Hugo Moreira
Excelente equipa de profissinais! Continuação de bom trabalho para toda a equipa!
Silvia Rodrigues
Excelente equipa!!!

Parceiros

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