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Nos dias que decorrem, é inevitável a dissociação da evolução tecnológica e os seus efeitos ao nível dos processos das Organizações.

Na indústria em geral o paradigma central nos dias de hoje e determinante no futuro, é a informação e a gestão da mesma, sendo hoje uma oportunidade para olhar com particular atenção para o impacto positivo e necessário na indústria agro-alimentar, nomeadamente como saber gerir, tratar, processar informação de modo a decidir melhor no negócio.

A informação no dia de hoje nas empresas tem um valor crítico, determinante e pode fazer a diferença, pelo que, na indústria a analogia mais ilustrativa da importância que a informação merece, é que vale ouro ou petróleo, e no sector da indústria alimentar, existem benefícios que devem ser valorizados com a introdução da tecnologia e dos sistemas de informação.

Por exemplo, a pergunta mais frequente que nos fazem sobre as vantagens e melhorias que o conceito da indústria 4.0 pode significar, responde-se com outra pergunta, a saber,

A Rastreabilidade?

Sim, num estabelecimento industrial do sector alimentar um SGSA – Sistema de Gestão da Segurança Alimentar tem aspectos com mais implicações que outras, por exemplo assegurar a rastreabilidade é uma meta crítica, além de uma necessidade é um imperativo legal para os empresários ou responsáveis de qualidade e produção alimentar.

O Custeio Industrial?

Sim, ao nível da gestão do negócio, uma das mais frequentes fragilidades, que muitos de nós conhecem é a falta de conhecimento sobre o custo unitário de cada peça.

O Inventário permanente?

Sim, para uma gestão proactiva num negócio, seja ele comércio ou indústria é uma necessidade elementar.

O Controlo da produção e qualidade?

Sim, claramente uma das mais visíveis vantagens e benefícios com a aposta no conceito indústria 4.0 numa indústria agro-alimentar.

Eficaz gestão documental ao nível do HACCP, ISO, BRC, IFS, etc?

Todos os sistemas de gestão, referenciais e demais standarts internacionalmente reconhecidos introduzem uma “carga” de procedimentos, documentos e registos, logo com apoio de tecnologia e sistema de informação torna o dia-a-dia mais fácil.

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A todas estas (5) cinco questões a tecnologia e os sistemas de informação dão resposta 100% eficaz, e permanente que de outro modo são mais difíceis e por vezes complicadas de obter, gerir e aceder.

Cada vez mais, se verifica a adopção de sistemas informáticos que permitem gerir actividades muito especificas de forma isolada, isto é, poderá afirmar-se que cada departamento ou processo que compõe uma Empresa, possui por exemplo, um sistema informático próprio e característico. No entanto, é inevitável a necessidade de adoptar sistemas informáticos de gestão integrada que permitam aceder, em tempo real e útil, a toda informação associada e processada nos diversos processos de uma Organização.

Idealmente este acesso poderá não ser exclusivo localmente, em determinados momentos, é crucial para os gestores conseguirem gerir e conhecer a realidade de uma determinada produção num específico dia em que os próprios possam estar fora das instalações.

O tempo despendido para a gestão documental e a extração da informação registada em formato de papel para posterior análise, constitui uma das mais penosas actividades por quem é responsável de sistemas de gestão.

Ter uma ferramenta informática que permita introduzir, gerir e rastrear informação é fundamental não só porque reduz a vulnerabilidade na perda de informação, por diversas razões de natureza humana, mas essencialmente por possibilitar a tomada de decisão rápida e as suas respectivas acções.

O que no contexto da Qualidade e Segurança Alimentar é de extrema importância nos processos de comunicação e retirada de produtos do mercado com potencial perigo para a saúde dos consumidores. Uma entidade alimentar que comunique e seja proactiva com os seus consumidos será garantidamente valorizada pelos mesmos.

A introdução de novas tecnologias e meios informáticos no mundo do trabalho é algo incontornável, não deve ser encarado como uma ameaça aos postos de trabalho, mas sim como uma nova forma de processar, gerir e controlar informação no dia a dia em paralelo com o aumento da complexidade ao nível dos mercados e das necessidades dos clientes.

Perante este enquadramento e as manifestas vantagens que um estabelecimento industrial do sector alimentar pode beneficiar da implementação do Flow Manufacturing, que é um MES - Manufacturing Execution System, logo estamos perante um sistema de informação que permite a gestão e controlo de todas as fases do processo de produção, integrando equipamentos de chão de fábrica com qualquer sistema ERP, respondendo afirmativamente aos desafios da Rastreabilidade, Custeio Industrial, Inventário Permanente, Controlo da produção e qualidade e suporte ao nível do HACCP, ISO, BRC, IFS, etc. Se são preocupações que quer ver tratadas com introdução de uma perspectiva ao nível da indústria 4.0 então clique aqui.

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Estamos a trabalhar com diversos operadores e agentes económicos desde Janeiro de 2014, alguns Portugueses, Alemães, República dos Camarões, Moçambique, Tanzânia, Macau, mas principalmente são empresas Portuguesas, tanto em Auditoria, Implementação e manutenção de SGSA - Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar, formação e packaging design.

A maioria são indústrias, pequenas, médias e grandes estabelecimentos, mas geralmente lidamos com indústria, embora alguns casos são estabelecimentos de comércio, armazém, restauração, hotelaria, lar de idosos e estabelecimentos de ensino.

Durante 2018, tivemos o cuidado de partilhar um pouco da visão dos nossos profissionais e especialistas em SGSA - Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar sobre a temática, no que se refere ao que entendemos sobre o tema, nomeadamente numa série de artigos com título “A nossa abordagem ao HACCP”, que teve 6 “episódios entre Março e Novembro de 2018.

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Pode ver ou rever clicando num dos seis artigos referidos

A nossa abordagem ao HACCP | Parte I – clique em https://bit.ly/2DavKwK

A nossa abordagem ao HACCP | Parte II - clique em https://bit.ly/2v5YmTi

A nossa abordagem ao HACCP | Parte III - clique em https://bit.ly/2UzIvvr

A nossa abordagem ao HACCP | Parte IV - clique em https://bit.ly/2GfT9xF

A nossa abordagem ao HACCP | Parte V - clique em https://bit.ly/2GaHQa3

A nossa abordagem ao HACCP | Parte VI - clique em https://bit.ly/2UxwHKm

O nosso objectivo foi partilhar uma visão do que a nossa equipa de profissionais, e consultores, formadores e auditores externos que colaboram diariamente com diversos estabelecimentos tem resultado da sua experiência, em alguns casos mais de 20 anos.

Também porque no contacto diário com clientes e até pessoas que nos contactam no escritório, por telefone, e por email confrontando com o que é obrigatório por exemplo e por vezes registamos alguma distorção ou mistura de conceitos.

O que é HACCP?

HACCP é uma sigla de Hazard Analysis and Critical Control Point ou Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos, em 2006, o Regulamento (CE) nº852/2004 (Eclique se quiser consultar regulamento), do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril de 2004, relativo à higiene dos géneros alimentícios, e que revoga a Directiva 93/43/CEE, estipula, no seu artigo 5º, que todos os operadores do sector alimentar devem criar, aplicar e manter um processo ou processos permanentes baseados nos 7 princípios do HACCP.

Regulamento é de aplicação vinculativa nos estados membros, e claro que além do artigo quinto o objectivo é ir mais além, nomeadamente estabelecendo regras gerais destinadas aos operadores das empresas do sector alimentar no que se refere à higiene dos géneros alimentícios, tendo em particular consideração de um conjunto de pressupostos e princípios, aplicando-se em todas as fases da produção, transformação e distribuição de alimentos, sem prejuízo de requisitos mais específicos em matéria de higiene dos géneros alimentícios, tudo com um foco, assegurar a segurança alimentar dos produtos manuseados, distribuídos e fabricados.

Então e SGSA?

SGSA é a sigla de Sistema de Gestão da Segurança Alimentar, que em suma, deve resultar de uma abordagem integrada para garantir a segurança alimentar desde o local da produção primária até à colocação no mercado, seja ele interno ou exportação, inclusive. Todos os operadores de empresas do sector alimentar ao longo da cadeia de produção devem garantir que a segurança dos géneros alimentícios não seja comprometida.

Portanto podemos concluir que um não vive sem o outro, um SGSA - Sistema de Gestão da Segurança Alimentar é eficaz se implementado e mantido com base nos princípios do HACCP, assim como sustentado por as mais diversas normas e convenções internacionais (v.g. codex alimentarius).

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Em todo o caso, o objectivo foi sistematizar a nossa abordagem, embora não desviamos de uma preocupação patente em todas as nossas intervenções, independentemente da dimensão do estabelecimento, número de manipuladores ou tipo de actividade, é simplificar procedimentos e processos com foco no resultado final.

Inclusive, inspirados na simplificação em Micro e Pequenas Empresas promovida por metodologia desenvolvido pela Food Standards Agency (FSA), congénere Inglesa da ASAE, que esta reconheceu válida em Portugal (conforme pode conferir no link: https://bit.ly/2Dd6TZr) onde é declarado como aplicável uma metodologia para aplicação dos princípios do HACCP para micro e pequenas empresas, baseada no princípio - Alimento Seguro, Melhor Negócio (“Safer food, better business“ e nesse sentido resultou o nosso formato designado por Sk_Food.Safety.Systems.4Points, também uma metodologia que assenta na simplificação e implementação de um SGSA baseado nos princípios HACCP que assenta em práticas que evitam/eliminam contaminações com perigos biológicos, químicos e físicos, considerando como áreas de controlo Contaminação Cruzada, Higienização, Manutenção da cadeia de frio e Confeção (Cross-contamination, Cleaning, Chilling, Cooking - 4C´s).

Se quiser saber mais sobre a metodologia 4 C’s clique aqui.

Aliás, como também já escrevemos aqui, a Segurança Alimentar não tem que ser uma complicação (pode ver ou rever aqui).

 

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A campanha MIRR 2018 já abriu! Estão Prontos?

Entre o dia 1 de Janeiro (ontem) e o próximo dia 31 de Março de 2019 decorre em Portugal a Campanha MIRR 2018.

O MIRR ou Mapa Integrado de Registo de Resíduos, decorre de uma obrigação legal em matéria de ambiente, nomeadamente o tipo de organizações seguintes;

a) as pessoas singulares ou colectivas responsáveis por estabelecimentos que empreguem mais de 10 trabalhadores e que produzam resíduos não urbanos.

b) as pessoas singulares ou colectivas responsáveis por estabelecimentos que produzam resíduos perigosos.

c) as pessoas singulares ou colectivas que procedam ao tratamento de resíduos a título profissional.

d) as pessoas singulares ou colectivas que procedam à recolha ou ao transporte de resíduos a título profissional.

g) os operadores que actuam no mercado de resíduos, designadamente, como correctores ou comerciantes.

Portanto uma das comunicações ambientais que as entidades acima enunciadas estão obrigadas a cumprir, por intermédio de reporte anual no MIRR, cujo o qual decorre do disposto no Artº48º do Decreto-Lei n.º 178/2006.

Portanto se enquadra ou conhece quem esteja ao abrigo desta obrigação legal, queira avisar que já abriu e decorre entre 1 de Janeiro e 31 de Março de 2019 o preenchimento e submissão do MIRR correspondente ao ano transacto (2018).

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Consulte a informação constante no Site de Apoio Siliamb, no submenu MIRR. Aqui poderá consultar vários documentos de apoio ao preenchimento do MIRR, entre os quais o Manual de utilizador do MIRR com as alterações implementadas nesta campanha.

Aproveitamos para relembrar todos os demais interessados neste tipo de comunicações obrigatórias e principalmente em quem tem de gerir resíduos que este ano de 2019 o campo matrícula será obrigatório nas e-GAR.

Logo, a partir de 1 de Janeiro de 2019 o campo “Matrícula” passará a ser de preenchimento obrigatório na emissão das e-GAR, sendo que o sistema online não permitirá a emissão das e-GAR sem matrícula.

No âmbito de licenciamentos industriais ou clientes com quem temos consultadoria e assessoria ambiental este requisito legal é assegurado com apoio de nossos especialistas, assim como também quando estamos a intervir em auditoria, implementação de sistema de gestão de qualidade ou ambiental.

A recomendação mais importante é não deixar esgotar o prazo, depois de expirado o mesmo a plataforma já não volta a abrir e assim não permite submeter o MIRR. Outra recomendação, não menos importante é arriscar deixar para o fim do prazo, senão estiver inscrita a entidade na plataforma existe um conjunto de passos, formalidades, incluindo pagamento de taxas que por vezes acabam por demorar e no limite pode dar o caso de um ou dois dias não ser suficiente, logo dai ser arriscado deixar para os últimos dias.

Aproveitamos para dar conta aos mais distraídos ou aqueles que ainda não lidem com esta obrigação ambiental para o facto de a plataforma electrónica recentemente fruto de últimas actualizações (presumimos) tem sido detectadas dificuldades e problemas diversos ao nível do pré-preenchimento dos formulários do MIRR com os dados das e-GAR.

Mas conforme já foi divulgado pela APA, IP os serviços competentes estão a analisar esta situação para a sua correcção.

Aproveitamos por último para renovar aviso da APA que os formulários MIRR poderão sempre ser preenchidos manualmente (tal como acontecia em anos anteriores) ou poderão aguardar pela correcção desta situação.

Em todo o caso, se precisa de algum suporte para assegurar a resposta a obrigações ambientais da sua organização, conte com nosso apoio e preencha o formulário de contacto para o efeito aqui.

siliamb

Links de organismos com competências em matéria ambiental a considerar:

https://apambiente.pt/

https://siliamb.apambiente.pt

https://www.igamaot.gov.pt/

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Não será um balanço de actividade, mas parece-nos uma partilha pertinente, quando se aproxima o final do ano, existiram actividades que tiveram mais procura e destaque neste último na Statusknowledge.

Desde o início tem vindo a verificar-se, mas este ano houve uma maior procura de colaboração por parte de atelier de arquitectura e sociedades de advogados e profissionais liberais. Aparentemente podíamos ver os primeiros como concorrentes directos, mas na verdade o nosso modelo de trabalho e core business é diferente. Neste sentido, como especialistas em licenciamentos, urbanísticos, industriais e comerciais somos consultados para ser parte da solução, nomeadamente no âmbito de estudos de impacte ambiental, licenciamento industrial e outras circunstâncias onde podemos ser parte da solução.

Os nossos especialistas no DCIGP - Departamento de Consultadoria Industrial e Gestão de Projectos, em matéria de licenciamentos, registaram também um aumento substancial da procura, para estudos prévios e análises técnicas preliminares, nascendo aqui expectativas e possibilidades futuras de novos empreendimentos em Portugal e inclusive em outros destinos no mundo, o que para nossa equipa tem o mesmo significado, independentemente do sector de actividade, ou localização do cliente, nós respondemos presente.

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Além de sinergias com sociedades de advogados, e outros profissionais liberais como sociedades de contabilidade, salientamos associações de comerciantes, empresariais e inclusive municípios. Neste capítulo os nossos serviços mais procurados foram em matéria de licenciamento industrial, ambiental, sistemas de gestão de qualidade e segurança alimentar.

Já no DCGS - Departamento de Consultadoria e Gestão de Sistemas, foi registado um aumento em matéria de auditorias de conformidade legal, auditorias em licenciamentos industriais, sistemas de gestão de qualidade, e sistemas de gestão da segurança alimentar. Neste último caso, registamos também um aumento de auditorias internas a sistemas de gestão da segurança alimentar (SGSA)

Ao nível de SGQ - Sistemas de Gestão da Qualidade, observaram-se objectivos de nossos clientes em implementar, renovar, optimizar, rever sistemas de gestão de qualidade em organizações privadas e públicas no âmbito de normas ISO 9001, 14000, 18000 e outras, assim como outros referenciais, nomeadamente BRC, IFS, UTZ e FSC.

Também se verificaram projectos ao nível de Marketing Estratégico, Indústria 4.0 e ao nível de soluções de Packaging Design.

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Por fim, assinalar a continuação de uma particularidade da nossa equipa e plataforma de serviços e soluções, desde nosso início, que passa pela gestão de projectos integrados com os mesmos clientes, integrando com mesmo cliente serviços de forma integrada, nomeadamente licenciamento industrial, ambiental sistema de gestão da segurança alimentar, e sistema de gestão da qualidade no mesmo estabelecimento. Situação que envolve recursos multidisciplinares e todos focados e orientados no resultado final.

Ainda relativamente ao que foi o ano de 2018, ficou a ideia a confirmar-se que próximo ano de 2019 será um ano de muitas referências ao conceito Indústria 4.0, por força também da nossa aposta nesta temática.

Do ponto de vista empresarial no plano interno, consideramos alcançados objectivos comerciais, em todo o caso, igualmente importante são as metas e objectivos que partilhamos com os clientes e nesse sentido verificamos uma melhoria do ano anterior (2017) para este ano, resultado de uma melhor performance com introdução de melhorias que no final do ano passado ficaram identificadas.

Para o ano, o desafio é continuar o que de bem se conseguiu este ano, corrigir, melhorar onde ainda houver lugar a esse caminho e em alguns serviços e projectos com clientes prevemos uma maior influência do conceito e produtos da Indústria 4.0, nomeadamente ao nível da consultadoria industrial e licenciamento industrial, sistemas de gestão de qualidade e sistemas de gestão da segurança alimentar. 

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