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Chegámos ao momento da colheita e o pico da vinicultura em Portugal, estamos no início do Outono e o Verão já ficou para trás com boas ou más recordações é passado, o que importa agora é o resultado obtido com as vindimas em curso e as perspectivas são muito positivas.

Aqui chegados é altura de colheitas e esta é sinónimo de VINDIMAS em Portugal.

Quem trabalha na vitivinicultura e na indústria do vinho em geral está envolvido numas das épocas mais determinantes do ano, podemos observar que ao longo de todo o país que desde Agosto passado já se apanha uvas, devido ao facto de mais ou menos cedo as uvas apresentam-se em condições de serem colhidas das videiras, num trabalho realizado tradicionalmente em ambiente de festa e convívio, para depois produzir o vinho do ano. Uma tradição portuguesa que, apesar de modernizada em alguns aspectos, ainda é o que era.

Na passada semana pudemos observar isso mesmo no terreno, alguns de nós foram privilegiados ao frequentar uma das regiões mais emblemáticas do vinho em Portugal. Quer no âmbito dos projectos e licenciamentos industriais, licenciamento ambiental, sistemas de gestão da segurança alimentar, entre outras razões acabamos por assistir ao momento ano de quem trabalha com vinho.

Importa referir que relativamente à presente época de colheitas (Vindimas) de uva haverá algumas considerações e aspectos a considerar, nomeadamente face o facto de em Portugal tivemos do ponto de vista do clima em geral um Inverno 2ºC mais quente em relação ao ano anterior, logo originou em muitos casos folhagem mais cedo. Houve zonas contudo onde se observou o contrário, nomeadamente em zonas litorais e a Sul, resultando num aumento do intervalo entre folha e floração e foi aqui que houveram quebras.

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A época da vindima é essencialmente a colheita (apanha) da uva, portanto podemos num sentido mais lato designar que a vindima engloba o período entre a colheita das uvas e o inicio da produção do vinho, é aquele momento que todos os envolvidos esperam.

Em Portugal, a vindima pode ocorrer em momentos diferentes meses, consoante a espécie da uva e a localização das vinhas, as condições climatéricas inclusive. Na região do Douro por exemplo, por norma a vindima é realizada durante o mês de Setembro, podendo se estender até Outubro.

Podemos afirmar que as vindimas representam uma época do ano singular em que inclui as actividades que decorrem entre o momento da apanha da uva e a produção do vinho propriamente dito.

Depois em Janeiro procede-se por norma à poda da vinha, proporciona-se forma aos cachos de uva nas vinhas e essa operação pode decorrer até a Primavera.

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Durante o Verão é que as uvas se desenvolvem e ganham cor, aroma e paladar. Entre Setembro e o Outubro, quando as uvas já se apresentam maduras, ou seja, quando o seu peso, cor e acidez apresentam as condições ideais para a produção do vinho, realiza-se as vindimas.

Hoje com recurso a novas tecnologias e maior conhecimento são adoptadas um manancial de várias técnicas introduzidas pelos enólogos contemporâneos, que acompanham as vinhas desde as suas raízes, planeando em detalhe todo o processo das vindimas em abono dos resultados pretendidos, em termos quantitativos e qualitativos.

Em todo o caso, continua a ser perfeitamente possível determinar a melhor altura para se vindimar com recurso a métodos populares, nomeadamente quando é afirmado que se pode vindimar quando os pés das uvas estiverem murchos e as peles dos bagos começarem a contrair.

O acondicionamento das uvas exige sempre um grande cuidado e o transporte para a adega deve ser o mais imediato possível, pois as uvas amassadas, juntamente com o calor que pode ainda marcar a época das vindimas, pode levar a uma fermentação prematura das uvas.

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Já na adega onde se vai processar as uvas apanhadas e produzir o vinho, as uvas são depositadas num tegão e/ou seleccionadas a partir de um tapete rolante, segue-se a fase do desengaçamento das uvas e o seu esmagamento, do qual resulta o mosto, a seguir o mosto por sua vez, é fermentado e assim transformado em álcool, no final do processo de fermentação, o vinho é armazenado em depósitos de madeira, cimento ou inox até estar próprio para consumo, por fim segue-se o respectivo engarrafamento.

Profissionalmente dá-nos muito prazer lidar com clientes do sector dos vinhos, apreciamos o facto de podermos observar o resultado de meses e anos de trabalho depois engarrafado nas prateleiras das lojas.

Pessoalmente também temos todo o gosto face o que as vindimas e o vinho representam desde os tempos mais remotos, logo o vinho tem vindo a desempenhar um papel de relevo em quase todas as civilizações, sendo que na actualidade continua a fazer a protegnoziar relevante papel na sociedade, uma coisa é certa como alguém escreveu antes "Fruto da videira e do trabalho do Homem", não é ultrapassado por nenhum outro produto da agricultura, aliando esse fruto saboroso e nutritivo à bebida privilegiada, precioso néctar, dele extraída - o vinho.

A importância do vinho e a sua relação histórica com a humanidade está repleta de simbologia, assim como impregnado de religiosidade e de misticismo, o vinho surge desde muito cedo na literatura, tendo sido fonte de lendas e inspiração de mitos.

Resta-nos por fim desejar nesta época especial de vindimas em curso que o resultado seja o expectável para todos aqueles que trabalharam por uma boa produção e para um óptimo vinho.

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A mensagem e conclusão transmitida nesta última desclarações a agência Bloomberg é que as "economias africanas vão acelerar em 2017 e o pior da crise já passou".

Quem afirma é o presidente do Banco Africano para o Desenvolvimento (BAD), Akinwumi Adesina, o qual considera que a narrativa 'África em Ascensão' mantém-se válida apesar do abrandamento económico e defende que o pior da crise económica já ficou para trás. 

BAD.CEO

Numa entrevista concedida à agência de informação financeira Bloomberg, Adesina antecipou que as economias africanas devem acelerar o crescimento no próximo ano, alicerçadas nos investimentos em infraestruturas e nas tentativas de diversificação económica.

"Temos uma situação de ventos económicos contrários", disse, acrescentando que, "no entanto, as economias africanas são resilientes", e por isso diz que o pior já ficou para trás e antecipa para este ano um crescimento económico no continente à volta de 3,5%, acelerando para 3,7% no próximo ano e para 4,2% em 2018.

"Temos 19 países a crescer entre 3% e 5% e 21 países a crescer acima de 5%; Africa não está a cair aos bocados; a narrativa 'África em Ascensão' não está acabada", assegurou o responsável do banco.

O continente africano cresceu 3,6% no ano passado, o ritmo mais lento desde 2011, segundo esta instituição responsável por financiar projetos que desenvolvam economicamente o continente, afetado pela descida do preço das matérias-primas desde meados de 2014 e pela consequente desvalorização das suas moedas.

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A Nigéria, a maior economia africana, deverá enfrentar uma recessão este ano, enquanto a África do Sul deve registar apenas um ligeiro crescimento, o mesmo acontecendo com Angola, a terceira maior economia do continente e o maior produtor de petróleo da região.

Países como a Etiópia, o Quénia e a Costa do Marfim, todos com crescimentos acima de 5%, podem dar ensinamentos aos restantes, defendeu o responsável.

"Em todos estes países, a estabilidade política desempenhou um papel crucial", disse Adesina, pormenorizando que "a maioria tem quantidades significativas de investimento direto estrangeiro e uma estabilidade macroeconómica muito forte".

Para além disso, concluiu, "também deram incentivos muito significativos ao setor privado para investir fortemente em infraestruturas, e estas são coisas que os outros países podem fazer.

Fonte: Lusa via Sapo notícias.

Créditos de imagem/foto: Bloomberg

 

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Existe de facto razões mais que suficientes para apostar na Internet e em Marketing Digital, basta observar o mundo e a comunicação que decorre a uma velocidade e eficácia única permitida pela existência da internet.

Estando o Mundo a celebrar 25 anos do surgimento da internet e do que esta inovação mudou o contacto entre as pessoas, porque foi a 23 de Agosto de 1991 que a World Wide Web (www) foi aberta pela primeira vez ao público e surgia a internet como a conhecemos hoje, embora hoje com funcionalidades e características que cresceram e evoluíram ao longo deste quarto de século.

Não podemos deixar de prestar o nosso agradecimento e homenagem pelo feito preconizado pelo físico Berners-Lee e todos os outros pioneiros da Internet que tiveram a visão, a lucidez e a capacidade de permitirem que o mundo estivesse mais aberto e em contacto permanente. Thanks Berners-Lee!

www.23.8.1991

O Marketing e a comunicação empresarial está hoje de certa medida condicionada com a realizada alterada pela circunstância do feito protagonizado por Timothy John Berners (físico britânico, cientista e professor do MIT que se tornou mundialmente celebre no final dos anos 1980 pela invenção do que conhecemos hoje por Internet - World Wide Web  ou Rede Mundial de Computadores). Conheça AQUI a sua página pessoal.

Com a nova realidade que todos hoje vivemos com a Internet e o fenómeno mais recente denominado “social media” que conhecemos como redes sociais no cotidiano das nossas vidas pessoais e profissionais (v.g. Facebook, Linkedin, etc) o paradigma hoje da comunicação das organizações sejam elas fins comerciais ou não comerciais tem que estar alinhadas com o paradigma Web 2.0 e em (muito) breve o 3.0, claro que, como de inicio é referido o que hoje a internet oferece é de longe já muito diferente do que inicialmente permitia.

Para nossos especialistas em tecnologias de informação e marketing digital é um facto que o tempo do conceito Web 2.0 vai ser no futuro ultrapassado ou se quisermos melhorado por uma nova versão, pelo que, qualquer decisão actual sobre Marketing, Tecnologia de Informação e Internet nas organizações, precisa de ponderação face o que se aproxima tratar-se como a nova realidade em termos do que conhecemos hoje da Web.

Marketing Digital para profissionais autônomos

O que afirmamos com nossos clientes de SK Marketing & Estratégia, principalmente quando abordado o potencial do Marketing Digital, face a óptima relação custo versus benefício, assenta na ideia e muito na perspectiva da Web 2.0 que hoje conhecemos resultado da articulação e potencial de relacionamento entre a Web e os vários fenómenos Social Media (Redes Sociais), Blogs, Chats, etc., em todo o caso a Web 3.0 está muito próxima, veja-se que a passaram 25 anos e houve muitos degraus de crescimento que tivemos oportunidade de assistir.

Basta fazer um exercício muito fácil, imaginar o que já por si é um enorme potencial do que conhecemos das aplicações e utilizações já possíveis com a realidade que conhecemos hoje com Web 2.0 onde resulta maior e melhor socialização das relações entre as marcas e os clientes destas, elevada a um patamar de inteligência.

No The New York Times no final de 2006 (ver ou rever AQUI artigo) o jornalista John Markoff foi um dos pioneiros com o termo Web 3.0, resultado de um artigo que indiscutivelmente relevante e surpreendente para a época porque causou desde logo impacto face a visão do autor e tendo em conta que o mundo ainda estava a conhecer os impactos da Web 2.0 e em certa medida a utilizar em pleno todas as suas potencialidades, no fundo estávamos ainda a conhecer a “era” da socialização da internet, sendo certo que por muita crítica e discussão que tenha sido alvo, o facto é que o futuro deu razão e estamos à porta da terceira geração da Internet. Tivemos uma primeira (Web 1.0) com a implantação e disseminação da rede web em si, logo após a abertura ao público à 25 anos do primeiro site, depois mais recentemente a Web 2.0, com a qual vivemos já hoje, ou melhor, vivem e aproveitam algumas pessoas e organizações o que de melhor se aproveita desta realidade, sendo que, aqueles que utilizam correctamente e beneficiam de todos os recursos web articulados com os ferramentas social media (redes sociais) obtém uma enorme diferença de resultados, sejam eles comerciais ou não comerciais.

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Como já enunciado, nos últimos anos já começa a surgir uma ideia do que podemos contar com a Web 3.0, que efectivamente passa por uma melhor organização e utilização mais inteligente de todo o conhecimento já disponível, fazendo que o factor inovador deste conceito esteja assente nas estruturas dos websites e muito menos nos utilizadores. Estaremos assim muito próximos a caminhar para uma nova “era” que pode muito bem ser a “era” da inteligência artificial ou muito próximo disso, com melhor sinergia das tecnologias que já existem e que serão usadas ao mesmo tempo via banda larga, acesso móvel à internet, etc, todos juntos, mas de uma forma mais inteligente.

Concluímos assim que porventura vamos passar de World Wide Web (rede mundial) para uma prespectiva World Wide Database (base de dados mundial), ou seja, de uma imensidão de documentação para um universo de dados, onde as aplicações e os programas utilizados vão estar certamente adaptados e preparados para uma plena utilização de todos os dados online.

Outra consequência é observar maior eficiência de um Website, face os níveis de eficácia já muito conseguidos na actualidade, tendencialmente ao se pesquisar algo, obteremos respostas muito mais precisas. Provavelmente os usuários vão poder fazer questões aos seus programas e aplicações, recebendo de ambos feedbacks capazes de ajudá-lo de forma mais eficiente do que já hoje é exequível, havendo um tratamento de dados e informação nativa por parte das aplicações e programas ligados à internet.

Na actualidade num conceito Web 2.0 um mecanismo de busca como o Google permite que qualquer usuário pesquise o conteúdo de cada página, portanto se indicar o nome de um actor ou de um filme, todos os dados sobre este actor ou filme vão ser facilmente acessíveis e visíveis de imediato. Até poderá ainda utilizar a "busca avançada" para restringir um pouco mais os resultados. Mas se o usuário não se lembrar do nome do actor ou do filme, certamente será difícil ou impossível encontrar meios de localizar quer o filme ou autor. O que se prevê com a Web 3.0 é que nas mesmas circunstâncias o usuário terá outro tipo de resposta da internet, nomeadamente esta organizará e agrupará essas páginas, por temas, assuntos e interesses previamente expressos pelo internauta, nomeadamente por exemplo: todos os filmes policiais, que tenham cenas de perseguição de carros, produzidos nos últimos cinco anos etc.

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Já existem empresas e universidades a trabalharem e a desenvolverem projectos e iniciativas pioneiras para a Web 3.0 e até com ênfase na língua portuguesa. Paralelamente, e já do conhecimento público que estão em curso projectos que num futuro próximo vão traduzir-se em novidades.

Existe também outro entendimento sobre a Web 3.0 e o que vai significar para o mundo tal como conhecemos hoje a Internet, nomeadamente que o acesso a ela seja realizado a qualquer hora e em qualquer lugar e em qualquer dispositivo, possibilitando a troca de dados entre dispositivos e usuários de forma nativa e permanente.

A conclusão é mais que óbvia, além de agradecidos pelo que pessoas como Berners-Lee fizeram pelo mundo estamos certos que as organizações não podem ignorar que a aposta na internet e no marketing digital é crucial e inevitável, porque a informação é um valor inquestionável dos dias de hoje e do amanhã, quer das pessoas como das organizações, da forma como se conduz o dia-a-dia e se planeia a evolução e desenvolvimento das mesmas. O Mundo e a Internet como hoje, sempre de mãos dadas.

Se a sua organização pretende aproveitar e preparar o futuro, ou simplesmente beneficiar do que a internet possibilita em matéria de comunicar e informar o mundo, em particular o seu público-alvo sobre o que faz ou pretende fazer no âmbito comercial ou não comercial fale com especialistas na Statusknowledge em tecnologias de informação e marketing digital, coloque as suas dúvidas, questões e consulte-nos para os seus projectos e ideias sem compromisso mas em segurança e com confiança, preenchendo com os seus dados e contactos o seguinte formulário de contacto.

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No passado sábado dia 30 de Julho de 2016 na localidade de Pavia, concelho de Mora em pleno Alentejo (Portugal) realizou-se a 1.ª Edição da iniciativa "É Toiro Lindo".

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Foi um evento que visava ser um palco de excelência para apreciar a qualidade da carne barrosã e salientar a importância do corte tradicional da carne, parecia simples, mas trazia alguns desafios quando a ideia nos foi apresentada para assegurarmos suporte técnico e assim mais uma vez como é nosso apanágio ser parte da solução.

Uma das razões de associarmos a um evento deste esteve relacionado com o mérito da iniciativa, efectivamente não é todos os dias que se reúne um conjunto de profissionais de elite da cozinha em volta de uma carcaça de um Touro de raça barrosã, que vivo tinha um porte de 800 Kg.

A iniciativa partiu da ideia do produtor Joaquim Arnaud, que organizou o evento na sua propriedade em Pavia, e do co-autor do evento Pedro Cruz Gomes, Bloguer (podem conhecer o blog clicando em Gastrossexual) sendo este há muito tempo um interessado no tema dos cortes de carne, assunto que aprofundou durante mestrado em Ciências Gastronómicas.

Desde a primeira hora que conhecemos a ideia e aderimos à mesma que concordamos com uma das convicções de Pedro Cruz Gomes, nomeadamente com um facto que merece atenção por parte dos responsáveis do ensino profissional e do sector alimentar, assim como de consumidores em geral, referimo-nos à ausência de conhecimento por parte do consumidor, dos diversos tipos de cortes passíveis de obter numa carcaça bovina, quer em termos de diferenciação quer em termos do seu aproveitamento culinário, conhecimento esse também ausente em alguns profissionais do sector das carnes (v.g. talhos) da restauração e cozinha.

Aproveitamos para partilhar a ideia deste evento que consideramos genial pela simplicidade e pelo seu alcance cultural, gastronómico e até didáctico com votos de novas edições pois serão certamente bem-vindos e desejados face o sucesso alcançado no passado sábado 30 de Julho em Pavia.

Quando os organizadores solicitaram nosso suporte o foco foi a partir do que melhor fazemos em matéria de segurança alimentar, que é não complicar e assegurar que cumprir a lei não tem que ser um problema, estipulando no nosso departamento de consultadoria SK Segurança Alimentar (Veja +Aqui) um percurso prévio ao evento, definindo etapas importantes a assegurar a maior atenção de todos os envolvidos, entre outros aspectos, as seguintes fases e etapas de processo a montante do evento, a saber;

Matadouro) O abate via oficial recorrendo a estabelecimento licenciado para o efeito, que foi assegurado segundo nossa orientação e supervisão. Não podemos ignorar que que apesar de estarmos perante um caso pontual, nomeadamente um evento gastronómico, a saúde animal a montante estava assegurada por um produtor registado, assim como o bovino. Nos termos da legislação aplicável, a matança tradicional, o abate de animais em eventos ocasionais, mostras gastronómicas ou de caráter cultural só está previsto para a espécie suína, logo a matança de animais da espécie bovina fora dos matadouros apenas está permitida para efeitos de consumo doméstico pelo próprio produtor e pelo seu agregado familiar, desta forma, a organização seguio as nossas instruções optando por acautelar o abate de um Touro de raça barrosão com 800 Ks para o evento em Matadouro oficial.

Sala de desmanche e recursos humanos qualificados) A segunda etapa que abordamos foi recomendar um local de acondicionamento frigorifico e com sala de desmanche e maneio da carcaça após o abate, cujo o maneio foi acautelado por profissional especializado, nomeadamente Rui Manuel, formador do curso de carnes no CFPSA na Pontinha.

Logística) em terceiro lugar a etapa seguinte implicava a logística do transporte para o local do evento ser feita em condições de segurança alimentar, mantendo a cadeia de frio recorrendo ao acondicionamento parcial de peças em vácuo e contentores próprios para o transporte das peças trabalhadas na sala de desmanche.

Resolvidos da melhor maneira estes três pontos mais críticos por parte da organização com nosso suporte, o resto tornava-se fácil, visto a organização apostar em todos os demais detalhes e contando com um conjunto de profissionais de cozinha que asseguraram com seu contributo um enorme sucesso para este evento que prestou na nossa opinião para uma homenagem à cultura e gastronomia Portuguesa. 

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(C) By Mário Cerdeira

Salienta-se o facto de ter sido realizada uma reportagem em vídeo e fotografias, ficando na expectativa que seja suprimida uma lacuna em termos do ensino profissional do corte tradicional das carnes, nomeadamente porque não um livro ou algo que possa complementar o que existe, já com algumas dezenas de anos, no limite ficou para a posterioridade um registo de imagens em todas as etapas até ao momento do evento inclusive a partir do momento do maneio da carne.

Página do Facebook do evento (Ver aqui)

Evento e Statusknowledge na imprensa (Ver Lifestyle sapo aqui(Ver blogue de Alexandra Prado Coelho no Público aqui)

Estão todos de parabéns.

Pela nossa parte foi um prazer fazer parte deste evento, um privilégio pelas pessoas e profissionais envolvidos e um prazer ainda maior assistir de perto ao mesmo.

Estamos prontos para 2.ª Edição!

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Em Portugal durante o ano de 2015 esteve em vigor um regime conhecido por RERAE - Regime Excepcional de Regularização da Actividade Económica (RERAE), aprovado pelo Decreto lei 165/2014 de 5 Novembro resultado de uma Lei n.º 45/2014 de 16 de Julho que visava acima de tudo ser aquilo que designamos num artigo em Janeiro de 2015 (Ver ou rever artigo AQUI) como "Janela de Oportunidade" para inúmeros industriais, operadores económicos, exploradores de pecuárias, etc que sem este regime dificilmente poderiam aceder a condições realmente exepcionais para verem legalizada a sua situação, aliás os agentes económicos e os serviços da administração pública central e local, pois apenas com um instrumento destes poderiam legalmente ser parte da solução.

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A Janela a 2 de Janeiro de 2016 foi fechada e em outro artigo lamentamos que a mesma tivesse sido fechada sem que tivesse sido feita uma correcta promoção da oportunidade ao nível da administração central e local, aliás justiça seja feita mais ao nível local, visto que tivemos conhecimento e participamos em alguns eventos na audiência, promovidos por iniciativa do IAPMEI. Em Março de 2016 (Ver ou rever artigo AQUI) partinhamos com nossos seguidores, clientes e amigos que apesar de satisfeitos pelo nosso desempenho e pelos inúmeros casos que tivemos de estudar e trabalhar, sabiamos que poderia ter sido uma oportunidade "perdida" ou mal aproveitada.

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Os nossos especialistas em matéria de licenciamento no departamento respectivo (SK Consultadoria industrial e gestão de projectos e licenciamento) sempre acreditamos que justificava-se um pouco de mais tempo, não só para agrgar o máximo de operadores e agentes económicos que estivessem em condições de aceder ao RERAE, assim como a todos os concelhos e serviços envolvidos poderem acolher o máximo de candidaturas ao regime em causa.

Com o nosso artigo de Março de 2016 sobre o assunto (RERAE) ficou no pensamento dos nossos juristas, arquitectos e engenheiros que eventualmente o legislador poderia eventualmente tomar a iniciativa de no limite proporcionar um prorrogamento de prazo.

E de facto aconteceu o que julgávamos necessário o que saúda-se, embora tenha levado algum tempo a concretizar-se, acaba de ser publicada no Diário da República a Lei n.º 21/2016 de 19 de julho que tem como objectivo assegurar que o regime exepcional que decorreu durante 2016 de regularização das explorações pecuárias e outras, veja o prazo final estabelecido em 2 de Janeiro de 2017 e assim pode-se concluir que o RERAE VOLTOU e temos o Decreto -Lei n.º 165/2014, de 5 de novembro e o regime exepcional de regularização da actividade económica "de regresso" e com condições de aceitar mais candidaturas durante mais alguns meses, no liminte até segunda-feira dia 2 de Janeiro de 2017.

Em suma verifica-se uma alteração ao Decreto-Lei n.º 165/2014, 5 de novembro – Regime Extraordinário de Regularização da Atividade, por força da publicação da Lei n.º 21/2016, de 19 de Julho, que tem como principal e mais relevante resultado o prorrogamento do prazo, até um ano a contar da data de entrada em vigor da presente Lei e com efeitos a 2 de janeiro de 2016, para permitir regularizar explorações que não tenham chegado a iniciar a sua atividade, tenham cessado ou sido suspensas há mais de um ano, desde que existissem, iniciadas ou acabadas, instalações de suporte dessa atividade à data de entrada em vigor do Decreto -Lei n.º 165/2014, de 5 de Novembro. Estamos assim peranteuma reabertura daquilo que antes designamos por janela de oportunidade em Portugal para estabelecimentos industriais, operadores de resíduos, estabelecimentos de exploração pecuária, entre outros casos previstos no RERAE, mas também incluem-se os estabelecimentos e explorações que se destinem ao apoio da atividade agropecuária, da agricultura, horticultura, fruticultura, silvicultura e apicultura, designadamente armazéns, anexos e centrais de frio.

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Se é titular de algum deste tipo de estabelecimentos verifique o objectivo e o que significa este regime (RERAE) revendo artigo de Janeiro de 2015 (AQUI).

Se é o seu caso ou conhece quem não esteja com seu estabelecimento licenciado, ou até tenha tentado sem sucesso por condicionantes ou outras dificuldades, nomeadamente instrumentos de gestão territorial (IGT - v.g. PDM, etc) normalmente causas para até impossibilidade colaboração dos serviços municipais, mesmo que estejam abertos a ser parte da situação por força das regras gerais que impedem ou condicionam tanto o particular com o serviço da administração pública (central e local), então coloque e sua questão e o seu caso para uma análise preliminar, preenchedo com seus dados o formulário de contacto (clique AQUI) e sem compromisso podemos verificar eventual enquadramento com o RERAE. 

Contatos

HEAD OFFICE

Avenida da República, n.º 6, 7.º Esquerdo, 1050-191 LISBOA | Portugal

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Eles são os melhores no que fazem!
Duarte Galvão
Excelente equipa de trabalho!! É de empresas como esta que a economia portuguesa precisa para crescer!! Desejo uma continuação do excelente … read more

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