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Na Statusknowledge quando afirmamos ser activadores de negócio para os clientes resulta não só da ambição, da capacidade e da competência da equipa e principalmente dos recursos que envolvemos em projectos de Comunicação, Marketing Estratégico, Marketing Digital e de Tecnologias de informação mas principalmente da experiencia de sucesso protagonizado pelos nossos especialistas neste formato de consultadoria em Marketing e TI.

por que o marketing digital e tao importante para o seu negocio

Numa prespectiva que podemos assumir como um aproveitamento da integração de serviços e soluções, aliando o conhecimento, recursos e competências em novas tecnologias, web design, marketing digital e social media surgiu o formato que designamos por S|Hello Digital World .

Sim, faça o seu produto, o seu negócio e a sua organização ou empresa afirmar a sua presença na internet. Este conceito resulta de acreditarmos que na actualidade e já não de agora, não basta às empresas e marcas estarem presentes na internet.

Hoje as empresas e os diferentes mercados vivem perante um paradigma do Marketing e da internet em constante evolução.

Recentemente o conceito base era o 2.0, contudo já devemos olhar para lá dessa ideia para um patamar diferente que já hoje é conhecido por 3.0 e focarmo-nos nas diferenças.

Na Statusknowledge como ativadores de negócio dos clientes e como parte da soluçã que estamso convictos poder traduzir nos projectos que assumimos com os clientes, não podiamos ficar indiferentes.

Conhecendo a evolução do mercado e das novas tecnologias e assentes já numa prespectiva 3.0 da Web e do que a internet pode hoje traduzir na vida das empresas, integrados num só formato de serviços de Tecnologia de Informação e Marketing Digital, resultou no que recentemente apresentamos no mercado e que já temos provas dadas.

SHELLO DIGITAL WORLD Logo

A nossa proposta mais recente em Marketing Digital chama-se em bom Português "Olá Mundo Digital".

O que procuramos com este formato é que de forma acessível e com orçamentos fácilmente adequados e que podem ser ajustados à medida da dimensão da empresa proporcionar condições de o cliente fazer que o seu produto, marca, negócio, empresa dizerem "Olá mundo digital".

Desenhamos soluções que, com recursos técnicos e humanos experimentados, com as mais recentes tecnologias de informação, conjugando com as boas práticas de SEO - Search Engine Optimization e SEM (Search Engine Marketing) e articulando com estratégia de Marketing Digital, permitem fornecer respostas competitivas. Não é por motivos de orçamento e custo que a sua empresa ou o seu negócio deixará de dizer, em bom Português, “Olá mundo digital!”.

Oferecemos um produto assente na simplicidade, flexibilidade, intuitivo e assertivo no preço, face aos resultados a atingir. A nossa presente proposta é quemarque a sua presença online!

Antes de mais, importa aferir se a internet ajuda o seu negócio ou como é que o faz.

A sua empresa está online? O Seu negócio está online? Se já tem uma página na internet aproveitamos para recordar as alterações do algoritmo do Google divulgados pelo importante motor de busca que todos conhecemos e utilizamos. Informação que a nossa equipa das Tecnologias de informação e do Marketing Digital já aguardava em tempo útil e teve em conta na nossa atual oferta incluir e respeitar a tecnpologia Responsive Web Design, que permite a adaptaçãodo layout do website de acordo com o tamanho, resolução e modo de navegação do dispositivo onde está a ser visualizado, seja ele um PC, Tablet ou telemóvel. Verifique o seu website atual e fale com a nossa equipa.

Numa altura em que o conceito Web 2.0 já se estabeleceu no nosso quotidiano, com uma sociedade que diariamente frequenta redes sociais como o Facebook, Instagram e o Twitter (entre outras), está na hora de abrir as portas à Web 3.0, o passo seguinte da evolução tecnológica num mundo em que as máquinas se aproximam cada vez mais do universo da inteligência artificial. Nós estamos prontos! E você?!

Uma forma de impulsionar a comunicação e marketing digital é articular a presença Web com as redes sociais. Com esta medida a nossa equipa procura chamar atenção para a necessidade de o seu produto, marca, negócio e empresa terem assegurada a gestão de uma página social media. A existência de de uma página profissional nas redes sociais (v.g. Google+, Facebook, Linkedin, entre outras opções conforme o produto, target, etc).

Ao nível de redes sociais podemos assegurar a gestão profissional da rede social da sua organização, mas principalmente começar por activar a página com a configuração inicial de conteúdos em harmonia com identidade corporativa e da marca.

O importante é a gestão e o carácter profissional que a presença empresarial na rede social deve considerar. Aliás senão tiver apresentação cuidada mais vale não exisitr página nas redes sociais, outro cuidado prévio a acautelar é saber distinguir um perfil pessoal de uma página profissional. 

Com o lançamento recente do S|Hello estamos a saudar e prestar as boas vindas ao Marketing Digital! Quando se comemora o Dia Mundial das redes sociais a 30 de Junho, não podiamos deixar de dar especial atenção ao tema quando este nosso novo formato de consultadoria que julgamos ser determinante.

Apresentamos o S|Hello Digital World e agora ficamos prontos para fazer com que o seu produto, negócio ou empresa possa afirmar: “Olá mundo digital!”.

 

 

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Na Statusknowledge temos sido abordados por investidores e proprietários imobiliários com questões técnicas e de detalhe relacionadas com investidores, para além do facto de por vezes estarmos em contacto com imobiliárias por força de acompanharmos os clientes em projectos de construção e licenciamento dos mais diversos empreendimentos, comerciais, industriais e urbanisticos. Por esse facto e atendendo a oportunidade o nosso Partner e Arquitecto Miguel Pessoa escreveu um oportuno artigo sobre uma matéria que pode e muito interessar. Recomendamos a sua leitura se procura informações sobre a reabilitação urbana como investidor ou como proprietário, em todo o caso se necessitar da nossa equipa estamos prontos!

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REABILITAR – ESTÁ ABERTA UMA JANELA DE OPORTUNIDADES!

A reabilitação urbana é uma prioridade do presente e do futuro. Com efeito, a reabilitação do edificado existente em Portugal representa apenas cerca de 6,5% do total da actividade do sector da construção, bastante aquém da média europeia, situada nos 37 %. Acresce que, de acordo com os Censos 2011, existem cerca de dois milhões de fogos a necessitar de reabilitação, o que representa cerca de 34% da mancha habitacional do território nacional.

Com o objectivo de contrariar esta tendência, ao invés de uma aposta em novas construções, a política do ordenamento do território desenvolvida pelo Governo privilegia a reabilitação através de operações urbanísticas de conservação, alteração, reconstrução e ampliação, enquanto soluções mais adequadas à actual realidade do país.

Neste sentido foi aplicado um conjunto de medidas que visam acelerar e dinamizar o processo de reabilitação urbana em diversas áreas, que vão desde a flexibilização dos regulamentos que regem as empreitadas de reabilitação urbana, a diversos incentivos fiscais aplicáveis a este tipo de obra.

O regime excepcional de reabilitação urbana

O Regime excepcional de reabilitação urbana, através do decreto-lei 53/2014 estabelece um regime excepcional e temporário aplicável à reabilitação de edifícios ou de fracções, cuja construção tenha sido concluída há pelo menos 30 anos ou localizados em áreas de reabilitação urbana, sempre que se destinem a ser afectos total ou predominantemente ao uso habitacional. Considera-se que um edifício ou fracção se destina a ser afecto, predominantemente, a uso habitacional quando pelo menos 50% da sua área se destine a habitação e a usos complementares, designadamente, estacionamento, arrecadação ou usos sociais.

Consideram-se operações de reabilitação, as seguintes operações urbanísticas:

a) Obras de conservação;

b) Obras de alteração;

c) Obras de reconstrução;

d) Obras de construção ou de ampliação, na medida em que sejam condicionadas por circunstâncias preexistentes que impossibilitem o cumprimento da legislação técnica aplicável, desde que não ultrapassem os alinhamentos e a cércea superior das edificações confinantes mais elevadas e não agravem as condições de salubridade ou segurança de outras edificações;

e) Alterações de utilização.

Neste contexto, o decreto-lei prevê a dispensa temporária do cumprimento de algumas normas previstas em regimes especiais relativos à construção, quando as mesmas, por terem sido orientadas para a construção nova e não para a reabilitação de edifícios existentes, possam constituir um entrave à dinamização da reabilitação urbana, e desde que, em qualquer caso, as operações urbanísticas não originem desconformidades, nem agravem as existentes, ou contribuam para a melhoria das condições de segurança e salubridade do edifício ou fracção.

 A referida dispensa incide, designadamente, sobre aspectos relacionados com áreas mínimas de habitação, altura do pé-direito ou instalação de ascensores. Do mesmo modo prevê a dispensa de observância de determinados requisitos resultantes dos regimes jurídicos em vigor sobre acessibilidades, requisitos acústicos, eficiência energética e qualidade térmica, instalações de gás e infra-estruturas de telecomunicações em edifícios.

Com vista a conferir segurança aos investimentos que sejam realizados ao abrigo do presente regime, salvaguarda-se, expressamente, que as operações de reabilitação que venham a ser realizadas com dispensa dos requisitos nele previstos, não são afectadas pela cessação de vigência do regime excepcional, desde que seja mantido um uso habitacional predominante.

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INCENTIVOS E BENEFÍCIOS FISCAIS

No âmbito do investimento em património edificado e no mercado de arrendamento assume particular relevância os incentivos fiscais que são aplicáveis nos domínios do arrendamento e da reabilitação urbana.

IVA

Poderá ser aplicada a taxa de 6% do IVA, em obras de reabilitação urbana nos seguintes casos:

Empreitadas de reabilitação urbana, tal como definida em diploma específico, realizadas em imóveis ou em espaços públicos localizados em áreas de reabilitação urbana (áreas críticas de recuperação e reconversão urbanística, zonas de intervenção das sociedades de reabilitação urbana e outras) delimitadas nos termos legais, ou no âmbito de operações de requalificação e reabilitação de reconhecido interesse público nacional (Verba 2.23 da Lista I anexa ao CIVA).

Empreitadas de beneficiação, remodelação, renovação, restauro, reparação ou conservação de imóveis ou partes autónomas destes afectos à habitação, com excepção: - dos trabalhos de limpeza; dos trabalhos de manutenção dos espaços verdes; e das empreitadas sobre bens imóveis que abranjam a totalidade ou uma parte dos elementos constitutivos de piscinas, saunas, campos de ténis, golfe ou minigolfe ou instalações similares.
A taxa reduzida não abrange os materiais incorporados, salvo se o respectivo valor não exceder 20 % do valor global da prestação de serviços-

IRS - TRIBUTAÇÃO ESPECIAL

No Orçamento de Estado de 2013, foi criada a opção dos rendimentos prediais serem tributados autonomamente à taxa de 28% (5% se estiverem enquadrados no âmbito da reabilitação urbana), caso seja fiscalmente a opção mais vantajosa para o senhorio, nos termos do n.º 7 do Artigo 72.º do Código do IRS, ao invés de serem obrigatoriamente englobados e tributados juntamente com os demais rendimentos, como até agora. Desta forma, é consagrado um tratamento fiscal igual ao previsto para investimentos em activos financeiros, como é o caso dos depósitos bancários,

IRS - RENDIMENTOS PREDIAIS DE PRÉDIOS REABILITADOS

Os rendimentos prediais são tributados à taxa reduzida 5% após a realização das obras de recuperação.

Os rendimentos prediais auferidos por sujeitos passivos de IRS residentes em território português, nos termos do n.º 6 do Artigo 71.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais, são tributados à taxa de 5%, sem prejuízo da opção pelo englobamento, quando sejam inteiramente decorrentes do arrendamento de:

a) Imóveis situados em 'área de reabilitação urbana', recuperados nos termos das respectivas estratégias de reabilitação;

b) Imóveis arrendados passíveis de actualização faseada das rendas nos termos dos artigos 27.º e seguintes do Novo Regime de Arrendamento Urbano (NRAU),  que sejam objecto de acções de reabilitação.

IRS – DEDUÇÃO À COLETA DOS PROPRIETÁRIOS DE PRÉDIOS REABILITADOS

Dedução à colecta de 30% dos encargos suportados pelo proprietário relacionados com a reabilitação, até ao limite €500

Nota: Encargos suportados com a reabilitação nos termos do n.º 4 do Artigo 71.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais:

a) Imóveis, localizados em 'áreas de reabilitação urbana' e recuperados nos termos das respectivas estratégias de reabilitação; ou

b) Imóveis arrendados passíveis de actualização faseada das rendas nos termos dos artigos 27.º e seguintes do NRAU, aprovado pela Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, que sejam objecto de acções de reabilitação.


IRS – MAIS-VALIAS DE PRÉDIOS REABILITADOS EM ARU

Tributação à taxa reduzida de 5% das mais-valias com a alienação de prédios reabilitados quando estas sejam inteiramente decorrentes da alienação de imóveis reabilitados em ARU
Nota: Mais-valias obtidas com a alienação de imóveis situados em Áreas de Reabilitação Urbana, nos termos do n.º 5 do Artigo 71.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais:

a) Imóveis, localizados em 'áreas de reabilitação urbana' e recuperados nos termos das respectivas estratégias de reabilitação; ou

b) Imóveis arrendados passíveis de actualização faseada das rendas nos termos dos artigos 27.º e seguintes do Novo Regime de Arrendamento Urbano (NRAU), aprovado pela Lei n.º 6/2006, de 27 de Fevereiro, que sejam objecto de acções de reabilitação.

IMI / IMT – ISENÇÃO
Prédios urbanos reabilitados:

Ficam isentos de IMI os prédios urbanos objecto de reabilitação urbanística, pelo período de dois anos a contar do ano, inclusive, da emissão da respectiva licença camarária.

Também ficam isentas de IMT as aquisições de prédios urbanos destinados a reabilitação urbanística, desde que, no prazo de dois anos a contar da data da aquisição, o adquirente inicie as respectivas obras.

Se quiser saber mais não hesite em contactar-nos.

A nossa equipa está pronta!

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Ainda o tema da “Segurança Alimentar” no Dia Mundial da Saúde em 7 de Abril 2015, tema que foi escolhido pela Organização Mundial de Saúde (WHO).

Quando a WHO (OMS - Organização Mundial de Saúde) anunciou que o tema do Dia Mundial de Saúde em 2015, nomeadamente 7 de Abril era A SEGURANÇA ALIMENTAR, acreditamos no mérito e propósito da iniciativa.

Não podemos ignorar que em 1948, aquando da organização da primeira assembleia desta Organização, foi definido que em cada ano, a organização escolhia um tema central para ser debatido no Dia Mundial da Saúde e que representa uma prioridade na agenda internacional da OMS.

safefood Cópia

Assim identificamo-nos com o propósito e objectivos da campanha desde logo que foi conhecida a mesma, e associamos à mensagem (From farm to plate, make food safe) "Do campo ao prato, tornar os alimentos seguros" Comunicado WHO | World Health Day 2015.

Este ano como tema do Dia Mundial da Saúde a Organização Mundial da Saúde (OMS) seleccionou uma área de saúde pública, nomeadamente a "Segurança Alimentar". Assim estamos perante um tema de alta relevância e uma oportunidade para alertar os governos e toda a cadeia de produção alimentar (agricultores, fabricantes, fornecedores e consumidores) para a importância do controlo de perigos e riscos microbiológicos, garantindo que os alimentos que chegam aos pratos da população são seguros.

Em todo o caso também é importante simplificar processos para melhor envolver manupiladores e gestão de topo das indústrias e do comércio alimentar em geral.

Aliás, quando formatada a oferta em termos de consultadoria em segurança alimentar e na implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade e Segurança Alimentar estamos convictos que é exequível alcançar níveis de qualidade e segurança alimentar sem colidir com os interesses económicos, nomeadamente em termos de rentabilidade e viabilidade do negócio. Isto assente na simplificação de processos e procedimentos.

Na essência e origem do serviço que designamos por SFood Safety Systems para indústria e comércio alimentar está a simplificação e metodologia que visa a facilitação de processos, em muito ajuda a implementação de sistemas de segurança alimentar com pessoas experientes e com ferramentas de gestão de projecto, orientados por metodologia de gestão de projecto assente nos referenciais internacionalmente reconhecidos por "Project Management", nomeadamente as normas NP 4519: 2013, NP ISO 21500: 2012 (Linhas de orientação de gestão de projectos).

Portanto, para além do tema para a efeméride em causa, que por sinal coicide com o dia de aniversário da organização (WHO), está assim observado o foco da OMS (WHO) ser do "Prado ao prato" é vital mais segurança alimentar.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) procura nesta data e por ocasião da efeméride do Dia Mundial da Saúde 2015 reconhecer o papel importante de todos os envolvidos na produção de alimentos em matéria de segurança alimentar e reforçar a necessidade da colaboração e coordenação entre estas diferentes áreas, para prevenir, detetar e responder a doenças transmitidas por alimentos.

Podem ser localizadas mais informações sobre o Dia Mundial da Saúde 2015 aqui.

Estamos na Statusknowledge consulting & services no Departamento de Sistemas de Gestão de Qualidade e Segurança Alimentar convencidos que o Dia Mundial da Saúde é uma oportunidade única de sensibilizar e alertar a sociedade civil para temas-chave na área da saúde que afetam a humanidade e para desenvolver atividades com vista à promoção do bem estar das populações, assim como de promover hábitos de vida saudáveis. Podem existir vários programas apresentados no Dia Mundial da Saúde e podem prolongar-se ao longo do ano, contudo tivemos a oportunidade de poder observar a iniciativa do Instituto Ricardo Jorge em Lisboa (Portugal) que escolheu dia 8 de abril de 2015 (Programa INSA 8-Abr) para assinalar esta data, onde elementos da nossa equipa poderam acompanhar afim de obterem novidades para Portugal e outros países onde estamos com relevantes projectos de consultadoria em segurança alimentar, nomeadamente países PALOP e SADC. 

No evento de 8 de Abril, aquando as Comemorações do Dia Mundial da Saúde, assente no tema da Segurança Alimentar, podemos assistir a um programa de carácter científico no anfiteatro do Instituto Ricardo Jorge em Lisboa - Portugal.

Neste evento tivemos oportunidade de assistir a apresentação e assinatura de protocolo SSD2 Project pilot, que resulta na criação e implementação de Sistema Nacional de Gestão de Dados do Controlo Oficial de Alimentos.

Apresentação de José Ángel Gómez Ruiz (EFSA)

A propósito das comemorações do Dia Mundial da Saúde neste evento do dia 8 de Abril no INSA podemos assim tomar conhecimento e aqui partilhar a criação de um sistema de gestão de dados do controlo oficial de alimentos em Portugal que permita prevenir e garantir a segurança alimentar, pelo que, foi assinado um protocolo de cooperação nacional entre o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e o Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV).

No Departamento de Consultadoria em Sistemas de Gestão de Qualidade e Segurança Alimentar saúdamos e registamos com agrado essa notícia.

Estes organismos públicos que participam no projeto-piloto do SSD2 “Pilot project on the implementation of SSD2 in the frame of the electronic transmission of harmonised data collection of analytical results to EFSA”, estiveram presentes e assinaram relevante protocolo em Portugal em matéria de segurança alimentar, que visa o mapeamento dos dados analíticos de substâncias químicas, resíduos de pesticidas, aditivos e da monitorização biológica de géneros alimentícios.

Este sistema constituirá uma ferramenta adequada e eficaz na harmonização da comunicação de dados entre Portugal e a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA).

Tivemos o privilégio de alguns de nós assistir à cerimónia que teve lugar no dia 8 abril na Sede do INSA em Lisboa durante a sessão científica organizada no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Saúde 2015, este ano dedicado ao tema da “Segurança Alimentar”.

Informação sobre o "SSD2 Pilot project"

INSTITUTO RICARDO JORGE ASSINA PROTOCOLO NA ÁREA DA SEGURANÇA ALIMENTAR | SSD2 Project Pilot

INSA

Essencialmente o tema da Segurança Alimentar surge por a WHO registar que facto é que alimentos estragados podem levar a uma variedade de problemas de saúde: diarreias, doenças virais (os primeiros casos de Ébola foram ligados a carne contaminada), problemas de desenvolvimento, reprodutivos e cancros.

A Organização Mundial da Saúde habitualmente está na primeira linha de ajuda e suporte informativo para todos os países onde urge prevenir, detectar e responder a surtos de doenças transmitidas por alimentos com o Codex Alimentarius, uma colecção de padrões internacionais de alimentos, directrizes e códigos de práticas, abrangendo todos os alimentos principais e processos.

Na implementação de sistemas de gestão da segurança alimentar podemos e devemos entre outros referenciais como ISO 22000, IFS, BRC, orientar também por indicações presentes no Codex Alimentarius.

No próximo mês de Maio de 2015, nomeadamente dia 7 e 8 vamos também acompanhar aConferência Anual sobre Direito da UE no Sector de Alimentos 2015, em Trier na Alemanha promovido pela Academia de Direito Europeu (ERA).

Continuaremos a partilhar conhecimento e a sensibilizar que a Segurança Alimentar é vital do prado ao prato mas não necessariamento incompatível com a produção primária, indústria e comércio alimentar.

Nesse sentido a nossa formatação de consultadoria em Segurança Alimentar é fornecer ferramentas e soluções assentes em metodologia simplificada que permita além de cumprir a lei tirar partido pela positiva de investir na Segurança Alimentar.

SFood.Safety.Systems

Aproveite e acrescente valor ao seu negócio assegurando aos seus produtos embalagens e rotulagens apelativas e devidamente esclarecidas ao consumidor. Assim não há falta de informação e contribui-se para o bem-estar e saúde de todos.

Em matéria de Segurança Alimentar pode contar com nossa equipa que acumula competência, qualificações e experiência em Portugal e em países Europeus, Africa e Brazil e que o foco é o que norteia toda a formatação da oferta de serviços e soluções da Statusknowledge, nomeadamente acresentar valor ao produto, negócio e organização do cliente.

Auditorias a Sistemas de Gestão de Segurança Alimentar

CONSULTADORIA EM SISTEMAS DE QUALIDADE
Assessoria e consultadoria em sistemas de qualidade ISO, BRC, IFS entre outros referenciais.

SFS | SFood Safety Service | Consultadoria em Segurança Alimentar
Solução destinada a pequenos, médios e grandes estabelecimentos com assente nos princípios do HACCP com formatos diversificados e ajustados a diferentes objectivos em matéria de higiene e segurança alimentar, desde auditorias de rotina, implementação e manutenção de sistemas, revisão e optimização de sistemas, formação e outros objectivos.

Estudos e soluções de Packaging Design para melhores e mais apelativos rotulos e embalagens dos produtos colocados no mercado Português e Internacional com avaliação de rotulagem em conformidade com padrões nacionais e internacionais, validação nutricional e enquadramento com as melhores práticas de Marketing.

SFS4P

Soluções para pequenos negócios onde para fazer a diferença é não complicar e estar presente quando necessários, acresentar valor com soluções simples e fornecer ferramentas práticas e assertivas com os negócios.

 

 

 

 

 

 

 

 

Saiba mais o que pudemos fazer pela sua empresa e seu negócio e como pudemos ajudar nesta matéria. Consulte nosso website em www.statusknowledge.pt, siga-nos nas redes sociais ou contacte-nos pelo n.º 211332968

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Aqui chegados o que importa salinetar e aferir sobre as potencialidades para a economia e principalmente para levar alguém a candidatar uma ideia de negócio, uma empresa ou organização a um dos diversos instrumentos financeiros de apoio ao investimento empresarial em Portugal, provalmente o mais relevante e determinante para o futuro de Portugal que resulta do acordo de parceria entre a UE e Portugal que assenta no Quadro Portugal 2014-2020 e que vimos aqui resumir num guia orientador de forma muito resumida.

PONTOS PRÉVIOS

Já escrevemos aqui alguns aspectos relevantes do Portugal 2020 e do PDR2020 e regulamente publicamos anotações e informações nas diversas redes sociais associadas ànossa marca.

Em todo o caso existem questões prévias quanto ao quadro de apoio e acordo Portugal 2014-2020, as quais propomos que sejam considerados em importante ponderação antes de equacionar candidatura a qualquer um dos instrumentos financeiros, seja Portugal 2020 ou PDR2020, a saber;

1. O foco central do projecto (V.g. equipamentos produtivos, a qualificação e a promoção internacional).

2. Os aspectos inovadores do projecto e orientação para mercados internacionais.

3. As principais rúbricas de investimento/ despesa e montantes previstos em cada item de investimento.

A questão de fundo: O que é o Portugal 2020

Mas afinal o que é o Portugal 2020?

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Essencialmente trata-se do ACORDO DE PARCERIA firmado entre Portugal e a Comissão Europeia, que assenta em cinco vectores que reunem cinco (5) Fundos Europeus Estruturais e de Investimento, nomeadamente;

i) FEDER.

ii) Fundo de Coesão.

iii) FSE.

iv) FEADER

v) FEAMP

É neste acordo que no qual se definem os princípios de programação que consagram a política de desenvolvimento económico, social e territorial para promover, em Portugal, isto no período entre 2014 e 2020.  

Pode aceder aqui à Decisão 30/7/2014 que aprova o Acordo de Parceria com Portugal

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Nestes princípios de programação estão alinhados com o Crescimento Inteligente, Sustentável e Inclusivo, prosseguindo aquilo que se conhece por estratégia Europa 2020.

Conheça aqui o Programa ESTRATÉGIA EUROPA 2020

Com este acordo Portugal vai receber 25 mil milhões de euros até 2020, para tal definiu os Objetivos Temáticos para estimular o crescimento e a criação de Emprego, as intervenções necessárias para os concretizar e as realizações e os resultados esperados com estes financiamentos.

Estímulo à produção de bens e serviços transacionáveis;

Incremento das exportações;

Transferência de resultados do sistema científico para o tecido produtivo;

Cumprimento da escolaridade obrigatória até aos 18 anos;

Redução dos níveis de abandono escolar precoce;

Integração das pessoas em risco de pobreza e combate à exclusão social;

Promoção do desenvolvimento sustentável, numa óptica de eficiência no uso dos recursos; Reforço da coesão territorial, particularmente nas cidades e em zonas de baixa densidade; Racionalização, modernização e capacitação da Administração Pública, são os principais objetivos das poliíticas a prosseguir no Portugal2020.

Merece ainda destaque a Estratégia de Investigação e Inovação de Portugal para uma Especialização Inteligente nas suas componentes NACIONAL e REGIONAIS: 

NORTE | CENTRO | LISBOA | ALENTEJO | ALGARVE | AÇORES | MADEIRA - aprovada a 23 de dezembro de 2014, que identifica as grandes apostas estratégicas inteligentes, que são temas com especialização científica, tecnológica e económica, nos quais Portugal e as suas regiões detêm vantagens comparativas e competitivas ou que revelaram potencial de emergir como tais. O alinhamento com essas estratégias constitui obrigatoriedade na concretização dos investimentos do Portugal 2020 em Investigação, Desenvolvimento tecnológico e Inovação (OT 1) e prioridade noutros casos, como por exemplo, no âmbito dos apoios à competitividade das PME (OT 3).

logoPortugal2020 

Saúdamos e registamos com satisfação que por iniciativa das autoridades portuguesas foi efetuada a avaliação ex-ante do acordo de parceria (Conforme pode ser consultado em Veja aqui Relatório Final de 22/11/2013), sustentada num processo interativo de reflexão que reforçou o escrutínio das principais escolhas estratégicas.

Quais as prioridades de intervenção dos fundos comunitários no período 2014-2020 em Portugal?

A programação e implementação do Portugal 2020 organizam-se em quatro domínios temáticos:

- Competitividade e Internacionalização;

- Inclusão Social e Emprego;

- Capital Humano;

- Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos.

Considera, ainda, os domínios transversais relativos à reforma da Administração Pública e à territorialização das intervenções.

APOIOS DIRECTOS AO INVESTIMENTO

No atual Portugal 2020 (Novo QREN), os apoios diretos ao investimento das empresas centram-se em dois instrumentos fundamentais: (i) Sistemas de incentivos de apoio ao investimento empresarial; (ii) Instrumentos financeiros de dívida e de capitalização.

Estes apoios encontram-se enquadrados em vários Programas Operacionais, tendo em conta as atividades de inserção dos projetos empresariais (primárias, secundárias e/ou terciárias).

Os projetos de investimento empresarial que se inserem nas atividades primárias são apoiados no âmbito do PDR2020 ou do MAR2020; os projetos que se inserem nas atividades secun- dárias ou terciárias são apoiados no âmbito do Programa Operacional da Competitividade e Internacionalização (POCI) ou dos Programas Operacionais Regionais (PORs).

O agroindustrial, materializando a transição entre atividades primárias e secundárias, exige uma delimitação mais fina: os projetos que se inserem nas atividades identificadas no Quadro 1 são apoiados pelo PDR2020† enquanto que os restantes são apoiados pelo POCI ou pelos POR.

Agroindustrial

CAEsEnquadradasnoPDR2020

Indústrias

Alimentares

10110Abatedgado(produçãodecarne);10120- Abatedaves;10130- Fabricaçãodprodutosàbasedcarne;1031-Preparaçãoeconservaçãodebatatas;10320-Fabricaçãodesumosdefrutosedeprodutos hortícolas(apenasa1.ª transformação outransformações ulterioresquandointegradascoma1.ªtransformação);10391-Congelaçãodefrutose produtoshortícolas;10392 -Secagemedesidrataçãodefrutoseprodutoshortícolas;10393 -Fabricaçãodedocescompotas,geleiase marmelada;10394-Descasqueetransformaçãodefrutosdecascarijacomesveis;10395 - Preparaçãoeconservaçãdefrutos eprodutos hortícolas poroutros processos; 10412-Produçãodeazeite;10510

Indústriasdoleiteederivados;10612-Descasque,branqueamento eoutrostratamentos doarroz;10810-Indústriado açúcar;10822-Fabricaçãodeprodutosdeconfeitaria  (apenas1.ªtransformação defrutosconfitados);10830-Indústria docaféedochá (sóatorrefaçãodaraiz dachicória);10840-Fabricaçãodecondimentosetemperos(apenasvinagresde origemvínicaquandointegradascoma1.ªtransformação);10893-FabricaçãodeoutrosprodutosalimentaresdiversosN.E.(sóotratamento,liofilizaçãoe conservaçãodeovose ovoprodutos)                                                                                  

Indústriadas

Bebidas

11021e11022- Produçãodevinhoselicores;11030- Fabricaçãodecidraedeoutrasbebidasfermentadasdefrutos;11040

-Fabricaçãodevermutesedeoutrasbebidasfermentadasnãodestiladas

IndústriasdMadeirae Cortiça

13105-Preparaçãoefiaçãodelinhoeoutrasfibrastêxteis(sóapreparaçãodelinhoatéàfiação);1610-Fabricaçãode folheadosepainéisàbasedemadeira(descasque,corteeaplainamento); 16293e16295-Indústria depreparaçãoda cortiça edeprodutos dacortiç(preparaçãoetrituração/granulação); 20141 -Fabricação  de  resinosos   e  seus derivados                                                                                                                                                                                       

† Excetoosprojetoscominvestimentosuperiora4milesdeeurosqueosejamdesenvolvidosemexploraçõesagrícolasqueassegurema

maioriadamatéria-primanecessáriaouquenãosejampromovidosporagrupamentosouorganizaçõesdeprodutores reconhecidos.

Instrumentos de apoio direto às empresas no Portugal 2020

Os investimentos empresariais dirigidos à indústria ou aos serviços elegíveis no POCI ou nos PORs poderão enquadrar-se em três tipologias de investimentos alternativas:

(i) Investigação e Desenvolvimento  Tecnológico;

(ii) Qualificação e Internacionalização das PME;

(iii) Inovação Empresarial e Empreendedorismo.

Por sua vez, os investimentos empresariais dirigidos à agricultura, produção animal e floresta elegíveis  no  PDR2020  podem  ser  apoiados  essencialmente  por  três  tipos  de  ações alternativas:

(i) Ação 3.1 - Jovens Agricultores;

(ii) Ação 3.2 - Investimento na exploração agrícola;

(iii) Ação 3.3 - Investimento na transformação e comercialização de produtos agrícolas.

Os instrumentos financeiros vão ter uma aplicação mais transversal, envolvendo instrumentos de dívida (garantias,  bonificação de juros,  empréstimos)  e de capitalização (capital  de risco, quase capital).

Condições de elegibilidade dos apoios diretos ao investimento empresarial no Portugal 2020

A par das condições de elegibilidade associadas ao âmbito setorial dos projetos que são candidatos a elegibilidade de apoio do Portugal 2020, existem também condições associadas ao seu promotor e a certos aspetos particulares dos projetos propriamente ditos.

No tocante ao promotor, está em causa um conjunto muito restrito de condições respeitantes essencialmente à natureza eminentemente empresarial que o(s) mesmo(s)  deve(m)  ter,  ao cumprimento das obrigações legais aplicáveis a qualquer sociedade e à salvaguarda de condições mínimas de sustentabilidade económico-financeira.

No respeitante aos projetos, estão em causa princípios elementares que visam impedir o apoio a projetos com elevado grau de execução, com insuficiente base de financiamento e/ou excessivamente orientados para o curto prazo.

Aqui entra um factor que na Statusknowledge consulting & services estamos convictos da influência positiva o sucessos dos projectos e das candidaturas - O Business Plan.

Um Plano de Negócios devidamente estruturado e correctamente fundamentado é para além de uma ferramenta de gestão de um negócio e de uma organização, representa uma base sólida de uma candidatura.

SManagement.and.strategic

Um Plano de Negócios devidamente estruturado e correctamente fundamentado é para além de uma ferramenta de gestão de um negócio e de uma organização, representa uma base sólida de uma candidatura.

A dimensão do apoio e da ajuda às empresas variam significativamente entre os vários instrumentos de apoio ao investimento empresarial disponíveis no Portugal 2020.

No caso dos apoios à investigação, desenvolvimento e inovação (I&D+I), tendo em conta o estabelecido no Enquadramento dos Auxílios Estatais relevante (JOUE 2014/C 198/01), as intensidades máximas de apoio são superiores, podendo atingir os 80% nas pequenas empresas, 75% nas médias e 65% nas grandes empresas; no caso dos apoios à qualificação e internacionalização de PME, os apoios podem chegar aos 50%.

A tipologia de investimento Inovação Empresarial e Empreendedorismo destina-se a apoiar inovação produtiva promovida por empresas existentes ou em novas empresas.

Este sistema de incentivos apoia essencialmente três tipos de projetos:

   Projetos de produção de novos bens e serviços ou de melhoria significativas da produção atual através da transferência e aplicação de conhecimento;

   Projetos de adoção de novos ou significativamente melhorados processos ou métodos de fabrico, logística, distribuição, organizacionais ou de marketing;

   Projetos de empreendedorismo qualificado, promovidos por PME (com menos de 2 anos), em setores com fortes dinâmicas de crescimento, incluindo industrias criativas e culturais, e/ou intensivos em tecnologia e conhecimento.

Os projetos de produção de novos bens e serviços e os projetos de adoção de novos processos

Podem ser promovidos por  PMEs ou  por  grandes  empresas,  segundo  o  modelo  tradicional (“projetos  de inovação  produtiva”). 

Já os projetos de empreendedorismo qualificado e criativo podem ser apoiados segundo o modelo idêntico aos projetos de produção de inovação produtiva (“projetos de empreendedorismo”) ou segundo um modelo simplificado (“vale empreendedorismo”), sendo que neste último caso as despesas elegíveis restringem-se à aquisição de serviços de consultoria na área do empreendedorismo, designadamente elaboração de planos de negócios.

No tocante a condições de elegibilidade dos promotores, os projetos promovidos por grandes empresas estão sujeitos a exigências mais estritas: inserção em RIS3, demonstração de contributo relevante na internacionalização da economia portuguesa e na criação de emprego qualificado e de efeito de arrastamento no tecido empresarial das PME e demonstração de que o investimento apoiado não resulta numa perda substancial de postos de trabalho noutra região da UE.

Relativamente a condições de elegibilidade dos projetos, os projetos individuais devem ser alvo de uma análise estratégica e de viabilidade económica e financeira e ter uma duração de execução máxima de 2 anos, enquanto os projetos simplificados terão de ter uma duração de execução mais curta (12 meses) e demonstrar inequivocamente o problema a solucionar e a forma como os serviços a adquirir visam contribuir para a sua resolução.

Na área do turismo existe uma condicionante de relevante significado, os projetos têm que ter o licenciamento aprovado à data da candidatura.

Os apoios concedidos ao abrigo da tipologia de investimento Inovação Empresarial e Empreendedorismo revestem a forma de incentivo reembolsável, exceto para as despesas elegíveis em formação de recursos humanos e para a tipologia dos projetos simplificados, que ao invés, revestem a forma de incentivo não reembolsável, embora com limites máximos.

Os projetos de inovação produtiva, cujo incentivo corresponde assim a um empréstimo sem juros, estão sujeitos a um plano de reembolso que, em geral, se estende por 8 anos, com 2 anos iniciais de carência e, depois, 12 prestações semestrais de igual montante nos 6 anos subsequentes (nos projetos de criação de estabelecimentos hoteleiros, os prazos podem ser mais alargados).

Em função da avaliação dos resultados do projeto (superação em 101% - 125%), no ano cruzeiro (2.º ano completo após o encerramento da execução do projeto), pode ser concedido um “prémio” sob a forma de isenção de reembolso de uma parcela do apoio reembolsável, até ao limite de 50%.

A tipologia de investimento Qualificação e Internacionalização das PME (SI Q&I PME) tem como objetivo reforçar a capacitação empresarial das PME através da inovação organizacional e da aposta em fatores imateriais específicos de competitividade ou através do desenvolvimento dos seus processos de qualificação para a internacionalização.

O SI Q&I PME apoia três tipos de projetos:

   Projetos individuais, que contemplem apostas em fatores dinâmicos de competitividade como a inovação organizacional e de gestão, a economia digital e as TIC, a criação de marcas e design, o desenvolvimento e engenharia de produtos, serviços e processos, a propriedade industrial (patentes, modelos), a qualidade, a transferência de conhecimento, os sistemas de informação associados à distribuição e logística, a Eco inovação ou a formação profissional e contratação de recursos humanos qualificados associada à inovação e à internacionalização;

   Projetos conjuntos, promovidos por entidades de natureza associativa que apresentem um programa estruturado de intervenção num conjunto restrito de PME;

  Projetos simplificados, de apoio à inovação (vale inovação) e à internacionalização (vale internacionalização).

pdr2020

PDR2020 | SISTEMA DE INCENTIVOS AO PDR - PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO RURAL

Para além do Portugal 2020, no âmbito do acordo de parceria EU-Portugal 2014-2020, surge também o PDR 2020.

Programa destinado sobretudo a explorações agrícolas e empresas agroindustriais, cujo âmbito está assente no apoio financeiro a investimentos de empresas ou de empresários do sector agroalimentar sob a forma de subsídio não reembolsável e bonificação de juros em função do investimento elegível.

OBJETIVOS PDR 2020

   Promover o processo de modernização e capacitação das empresas do setor agroalimentar.

   Promover o desenvolvimento da competitividade das fileiras, privilegiando as estratégias.

   Preservar e melhorar o ambiente, assegurando a compatibilidade dos investimentos com as normas ambientais e de segurança.

TIPOLOGIA DOS INVESTIMENTOS

São elegíveis todos os investimentos materiais e imateriais relacionados com a modernização das técnicas e processos produtivos nas explorações agrícolas e nas unidades de transformação e comercialização de produtos agrícolas existentes ou na criação de novas, tais como:

 Aquisição, construção e remodelação de edifícios.

 Aquisição de máquinas e equipamentos novos.

 Processos de certificação.

 Elaboração de estudos.

Entre outras despesas.

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Um parceiro estratégico e decisivo no nosso caminho e no nosso projecto
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Excelente equipa de trabalho!! É de empresas como esta que a economia portuguesa precisa para crescer!! Desejo uma continuação do excelente … read more

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